Para compartilhar idéias!



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Fim de ano...Natal e Ano Novo!

Estamos quae em 2011, já se passou uma década do novo século. Continuamos a desejar que o espírito que nos envolve no Natal continue em cada dia do Ano Novo. Mas, pelo que percebemos no mundo ao nosso redor, esse desejo não é tão simples e fácil como parece ou como deveria ser. Na correria do dia-a-dia esquecemos de olhar para os lados, para o mundo, para as pessoas... E quando abrimos finalmente os olhos, já estamos no Natal novamente. Por isso, tomei a liberdade de fazer uma listinha de desejos, renováveis a cada fim de ano. Lá vai a minha lista:
que coloquemos alegria em nossas vidas, pois problemas todos temos em todas as áreas;
que possamos retribuir ao mundo (a Deus) tudo aquilo de bom que nos acontece, fazendo muitas coisas boas para outras pessoas, criando uma rede de retribuição;
que encontremos forças quando os problemas nos afligirem;
que consigamos colaborar com o mundo em que vivemos para melhora-lo.
que possamos apreciar o nascer e por do sol, a beleza da lua e o cheiro da terra molhada pela chuva;
Lembrei, também, do poema Desejos do Drumond.
E a lista foi ficando grande...tão grande que concluo que cada um de nós pode fazer sua listinha de desejos. O que vale é que a lista tenha desejos pessoais, desejos universais e agradecimentos pela vida.
E, desejo a todos e a todas um Natal de muita luz! E obrigada por darem um olhadinha no meu blog, mesmo em meio a tantas atribulações e pouco tempo que sei que todos tem.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Que final de ano é esse?

Quem convive comigo sabe que não sou de reclamar muito, mas parece que esse período letivo não termina. E haja reunião...Sinto que a corda está esticando, esticando...ainda bem que temos férias nos esperando pela frente.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Lá em São Carlos (SP)

Estive em São Carlos na semana passada, em reunião na USP de um projeto de cooperação que temos entre a USP, a UEM e a PUC-RS, na área de computação. A viagem foi uma espécie de volta ao passado, dos tempos do mestrado na UFSCar. Muitas lembranças e, no fim, muitas risadas. Mas que aquela rampa da rodoviária de Araraquara aumentou de tamanho, aumentou...na época parecia bem menor. E lá se vão 18 anos...Hoje, as facilidades são bem maiores e pode-se cursar mestrado na UEM, pertinho de casa, sem as madrugadas em ônibus e sem transtornos. Muito bom, saber que temos cursos perto de nós, contribuindo para melhorar a qualidade das várias áreas profissionais em nossa região.

domingo, 28 de novembro de 2010

Domingo de sol e chuva...

Hoje foi um dia bastante movimentado. Além da invasão do Morro do Alemão no Rio de Janeiro que está ocupando a TV o tempo todo, tivemos a Costela de Chão no CTG para arrecadar fundo para o Espaço Nelson Verri. Trata-se de um entidade que atua com crianças e adolescentes nas áreas de educação, cultura e esporte. São 6 anos de um belo trabalho. Parabéns à equipe do Espaço Nelson Verri.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

25 de novembro: Dia Internacional pelo Fim da Violência contra a Mulher

No dia 25 de novembro, atividades são desenvolvidas em todo o mundo para chamar a atenção sobre a violência contra a mulher que continuar sendo um grave problema na nossa sociedade. Infelizmente, os dados sobre os registros de violência dos órgãos de atendimento às mulheres mostram que essa prática é muito mais comum do que imaginamos. Datas como dia 25 contribuem para chamar a atenção, mas afirmamos sempre que a violência se combate sistematicamente em todas as horas e em todas as áreas de nossas vidas.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Três Décadas da Trajetória de uma Mulher na Computação

A primeira vez que ouvi um comentário, feito por um gerente, diferenciando mulheres e homens na computação: “prefiro mulheres em análise de sistemas, pois são mais detalhistas que os homens”, fiquei analisando se isso era bom ou mau. Dentro do contexto, o comentário parecia valorizar uma característica que as mulheres desenvolveram ao longo dos séculos, que é enxergar o todo e executar várias tarefas ao mesmo tempo. Estávamos em 1985, iniciando a abertura democrática no país. Neste período criaram-se as Delegacias da Mulher para atender mulheres vítimas de violência.
Na segunda vez que ouvi um comentário sobre a questão de gênero, dito por um professor: “vocês meninas deviam ir fazer outro curso, computação é para homem”, considerei muito grave. A indignação foi geral... tratava-se de um professor- empresário. Já eram os anos 1990 e, em 1995, realizou-se a Conferência Internacional da Mulher, na China, a qual mobilizou mulheres do mundo todo na luta pelo fim da discriminação, por liberdade e direitos humanos.
Esses foram os únicos comentários explícitos que ouvi durante minha vida como profissional em uma trajetória que pode ser a de muitas mulheres na área de computação ao longo de 30 anos, iniciada em 1979, como aluna do curso de Processamento de Dados de uma universidade pública.
Naquele período, por incrível que possa parecer, não percebi diferença no número de meninos e meninas no curso, nem discriminação nas aulas por sermos meninas. Apenas o que notava era que nos olhavam como se fossemos uma espécie de “gênios”. O equipamento da universidade era um computador IBM 360 e nossos programas escritos em cartões perfurados.
Ao terminar o curso, fui trabalhar em uma empresa que adquirira um equipamento COBRA 530, o qual era fruto da lei de reserva de mercado e do incentivo à produção nacional. Já estávamos nos anos 1980. Foi emocionante desenvolver programas para uso de informações em telas de computador. Ainda era programação estruturada e as linguagens de programação eram o COBOL e o RPG. A equipe toda era composta por mulheres, inclusive a gerente do centro de processamento de dados.
Depois fui contratada por outra empresa como analista de sistemas. O equipamento era, também, mainframe e a estrutura centralizada. Nessa empresa ouvi o primeiro comentário diferenciando mulheres e homens profissionalmente.
Nesse período, após ter ministrado aulas na universidade, optei pela carreira acadêmica. Houve um período de aprendizado, após anos de mainframe, pois nos laboratórios de ensino eram utilizados microcomputadores. Vale lembrar que tive meu primeiro contato com a rede de computadores, a BITNET. Nesse ambiente ouvi a discriminação mais forte colocando as meninas “fora da área de computação”.
Em meados dos anos 1990, criamos o Museu do Computador e no site incluímos o item participação feminina na computação, com uma lista das mulheres que atuaram na área como Ada Byron, Grace Hooper, entre outras. Algumas pessoas estranharam a iniciativa, mas como eu já atuava em movimentos sociais na área de direitos da mulher, consideraram natural que o tema fosse incluído no museu. Aqui entramos na era da Internet.
Após período de afastamento para pós-graduação pude confirmar a ausência de mulheres na área tecnológica. No retorno à universidade, notei que as turmas do curso de Ciência da Computação estavam com poucas meninas. Fiquei curiosa e realizei um levantamento no período de 1998 a 2007, junto ao setor de assuntos acadêmicos para verificar a situação. Do total de 11 ingressantes meninas no vestibular de 1998 em uma turma de 40 alunos, o número foi caindo a cada ano, a ponto de chegar em 2007 com duas ingressantes no curso.
Também, de 2001 a 2003 atuei como diretora de informática em uma prefeitura e pude sentir a resistência de alguns homens que não aceitam serem chefiados por mulheres. No setor público, devido a um plano de cargos e salários o valor da remuneração de mulheres e homens é o mesmo para as mesmas funções.
Entretanto, no ambiente empresarial, a situação é contrária, pois ainda prevalece a diferença salarial e a não prioridade na escolha de mulheres em cargos de direção. Como representante da universidade no Arranjo Produtivo Local de Software me deparei com a ausência de mulheres, principalmente em reuniões dos gerentes e diretores, nas quais, eu era a única representante.
A partir de 2005 começa a haver uma preocupação com a pouca presença de mulheres na computação e surgem iniciativas tanto em nível nacional como internacional. Dentro desse cenário, procuramos sempre colocar a discussão em disciplinas como Informática e Sociedade, cujo conteúdo possibilita relacionar os problemas da área de computação.
Ao longo desses 30 anos, tive oportunidade de vivenciar a evolução da informática e, ao mesmo tempo, acompanhar a participação das mulheres e o declínio de sua presença na área. A lição que aprendi é manter forte a convicção de que as mulheres podem ocupar todos os lugares e as profissões que desejarem. Também aprendi que devemos estar sempre atentas aos pequenos comentários que, em sua totalidade, retratam uma visão machista de sociedade que ainda pensa na mulher no papel de passiva exercendo apenas as atividades ditas femininas do cuidar e educar.
Além disso, estou convicta que nós devemos desenvolver ações afirmativas que incentivem as mulheres a ter presença ativa, também, na área de computação. Essas ações somam-se a tantas outras que contribuem para colocar um basta na discriminação contra a mulher.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Saborear o final de ano...

Gostaria de saborear o clima de festividade e férias que envolve o final de ano (família por perto, presentes etc). Mas, são tantas atividades até dia 23 de dezembro que fica difícil compatibilizar tudo. Vamos curtindo os pedacinhos...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Uso de redes sociais

Os alunos dos cursos de Informática e Ciência da Computação estão desenvolvendo projetos com uso de redes sociais para atuar em diversas áreas. Os trabalhos fazem parte das disciplinas que ministro: Informática e Sociedade e Aspectos Psicológicos e Sociais da Informática. Os temas envolvidos são: violência no trânsito, discriminação racial, discriminação sexual, educação inclusiva, violência contra a mulher, saúde - DST/AIDS,defesa do meio ambiente, combate à violência: jogos e filmes e combate à corrupção. OS alunos apresentam a situação em cada área e propõem formas de contribuir para melhorar a área com o uso de redes sociais. Os trabalhos estão bem interessantes e em alguns casos, até nos emociona. Estou muito satisfeita com a dedicação dos alunos que foram, inclusive, buscar depoimentos e situações na nossa cidade. Parabéns aos alunos e alunas. Acredito que estamos atingindo nosso objetivo de colocar o uso de tecnologia de informação e comunicação (no caso, redes socias)a serviço da sociedade e que essa discussão contribua para formação de nossos futuros profissionais em computação.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Evento Serviço Social

Foi muito legal participar do evento do curso de Serviço Social da Faculdade Ingá. As discussões foram bem interessantes. O trabalho que as alunas e os alunos fizeram em torno dos movimentos sociais da cidade e da região(mulheres, movimento da comunidade negra, meninos e meninas de rua, entre outros) mostrou que temos muito acúmulo de trabalho em cada uma das áreas. Entretanto, diante dos problemas levantados sabemos que temos muito que contribuir para que a vida das pessoas melhore. E, para mim, falar sobre a participação da mulher, em especial, é sempre muito gratificante. A nosso ong Maria do Ingá está sempre disposta a trocar idéias sobre o tema. Parabéns as organizadoras do evento.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

I Mostra de Serviço Social - Estágio e Políticas Sociais no Processo de Formação

I MOSTRA DO SERVIÇO SOCIAL - “ESTÁGIO E POLITICAS SOCIAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO” -
FACULDADE INGÁ

DATA: 10/11/2010
19h00 - CERIMONIAL

19h15 - ABERTURA CULTURAL
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 4

19h30 - PALESTRA

TEMA: Participação da Mulher na Sociedade.

PALESTRANTE: Tania Fatima Calvi Tait

20h00- DEBATE
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 4

21h00 - COFFEE BREAK
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 3

DATA: 11/11/2010


19h00 - ABERTURA DO SERVIÇO SOCIAL
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 3


19h30 - APRESENTAÇÃO DOS ESTÁGIÁRIOS/EXPOSIÇÕES DE PAINÈIS
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 3



20h00 - PALESTRA

TEMA: ONG JUSTIÇA E PAZ

PALESTRANTE: FLORESTINA PINHEIRO MACHADO


20h40 - DEBATE
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 4

21h00 - COFFEE BREAK
LOCAL: Faculdade Ingá Bloco N Sala 3

domingo, 7 de novembro de 2010

Estatísticas das eleições 2010: mulheres eleitas

Resolvi atualizar os dados que temos das eleições 2006 sobre a participação e eleição das mulheres nas eleições 2010. Do total de 1059 deputados estaduais, apenas 136 são mulheres, o que faz um total de 12,8% das cadeiras. Especificamente no Paraná, temos 54 cadeiras na Assembléia Legislativa, sendo 4 ocupadas por mulheres. Para a Câmara Federal são 513 cadeiras, das quais 44 são ocupadas por mulheres (8,57%). E no Paraná, temos 30 cadeiras na Câmara Federal, sendo 2 ocupadas por mulheres. Entre os governadores, são duas eleitas. No Senado, temos 8 mulheres eleitas. Apesar de termos eleito a primeira mulher presidente do Brasil é fácil perceber, pelos dados apresentados, que ainda temos muito que atuar para equilibrar a participação e eleição de nossas mulheres. Nota-se, também, que pouco mudou das eleições 2006 para 2010.
Os dados apresentados foram extraídos do TSE (www.tse.gov.br). Os sites: www.maismulheresnopoderBrasil.com.br e www.cfemea.org.br adicionam informações sobre a participação das mulheres nas eleições 2010

sábado, 6 de novembro de 2010

E o Parque do Ingá, heim?

Ontem vi a reportagem sobre a abertura do Parque do Ingá. Foi uma abertura de poucas horas para mostrar as obras do Parque para jornalistas e vereadores. Passaram dois anos e nós, maringaenses, estamos sem a nossa tradicional área de lazer. A reporter informou que não há previsão de abertura devido a conclusão das obras. Mas, o silêncio em torno do fechamento do parque é o que mais me impressionou. Estranho que em muitas ocasiões houve muita movimentação e comentários em Maringá. Escrevi especificamente sobre dois episódios: do cedro e da canfístula. Conto a história em "A Canafístula e o Cedro", está em http://www.din.uem.br/~tait no item artigos e textos em jornais.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Lá se vai a nossa velha rodoviária...

Cada vez que passo na frente da rodoviária velha sinto aperto no coração. Acabei de receber a notícia de que recomeçaram a demolição. Me lembra a música: "cada tábua que caia doía no coração". Pena que não aproveitaram a oportunidade para manter um patrimônio histórico e ao mesmo tempo criar um centro cultural.
Agora nossas lembranças ficarão nas fotos e na memória de cada um.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dilma Presidente do Brasil

Gostaria de começar agradecendo aos que compartilharam suas idéias no blog durante o período eleitoral. Muitos preferiram enviar e-mails para o endereço que divulgo aqui outros me paravam na rua para comentar. Ouvi frases de todos os tipos e mesmo não gostando de algumas delas, tudo contribui para que possamos refletir.
Claro que estou muito feliz e acredito que a Dilma fará um grande governo e desmistifique o tal do "será que mulher dá conta?".
Como mulher, como petista e como feminista, torço muito para que se abra, cada vez mais, espaço para a igualdade entre mulheres e homens.
Viva a democracia!

sábado, 30 de outubro de 2010

Eleições 2010

Amanhã é o dia das eleições. Mesmo diante de tanto disse me disse, vale a pena exercer o direito ao voto e poder escolher nossos representantes. A história do voto nos mostra que primeiro votavam os homens ricos, depois os homens sem posse, depois as mulheres quando os maridos autorizavam. Quase 50 anos depois de República é que todas as mulheres brasileiras puderam votar. As mulheres tiveram que lutar para exercer sua cidadania e poder escolher seus representantes, não só apenas no Brasil como em vários lugares do mundo. Muitas mulheres foram presas e excluídas. Graças a luta dessas mulheres, nós mulheres podemos amanhã sair de casa e ir votar tranquilamente. E, temos também a possibilidade de escolher a primeira Presidente do Brasil.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

MANIFESTO DE MEMBROS DA COMUNIDADE DA UEM - APOIO À DILMA 13

Nós, docentes, técnicos universitários e estudantes da UEM, dotados de identidade
suprapartidária, manifestamos nosso voto e apoio à candidata Dilma Rousseff neste
segundo turno da eleição presidencial, pelos motivos que seguem:
• O Brasil mudou nos oito anos do governo Lula. A redução marcante da miséria e
da pobreza e a inclusão social de milhões de brasileiros mostraram que é
possível combinar desenvolvimento com justiça social;
• Mudou a qualidade das políticas educacionais brasileiras em todos os níveis,
da pré-escola ao pós-doutoramento, considerando as fases intermediárias de
formação, graças às políticas e aos investimentos e programas implementados;
• Em nossa história, esse foi o período em que mais investimento houve em
educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais;
instituiu-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi
universitários pelo interior do país; e ocorreram a criação e a ampliação, sem
precedentes históricos, de escolas técnicas e institutos federais. Por meio do
ProUni, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens;
• A política do governo Lula não considerou investimentos em educação,
ciência e tecnologia como “gastos”. Na UEM, a maioria de nós foi beneficiada,
direta ou indiretamente, com recursos federais e estaduais por meio de financiamento
de projetos, infraestrutura, bolsas em todos os níveis, iniciação científica ao
pós-doutorado e professor pesquisador;
• A Universidade Estadual de Maringá, embora vinculada à política do governo
estadual, conquistou o reconhecimento das agências de fomento federais e inúmeros
projetos captaram recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia, do próprio MEC
e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)/Fundo Setorial de Infra-estrutura.
Exemplo foi a captação de recursos, nesses anos, por meio do Complexo de Centrais
de Apoio à Pesquisa. Outra referência importante é o aumento do número de bolsas
de iniciação científica, além do reconhecimento nacional da seriedade e rigor do
nosso programa nessa área;
• Conscientes de nossa responsabilidade como educadores, dirigentes, agentes
universitários e cidadãos que desejam ver o país continuar avançando, sem risco
de retrocessos, dirigimo-nos à sociedade para afirmar nossa convicção de que,
neste segundo turno, a alternativa mais consequente para aprofundar as
transformações em curso é representada pela candidata DILMA ROUSSEFF.



• Décio Sperandio (ex-reitor/2006-2010)
• Mario Azevedo (ex-vice-reitor/2006-2010)
• Ângelo Priori (ex-reitor/2006)
• José Tarcísio Trindade (ex-Pres. Fund. Araucária/2006-2010)
• Eder Rossato (dirigente sindical)
• Wilson Rinaldi (dirigente sindical)
• Lucas Okado (dirigente estudantil)
• Enio Verri (docente/dep.estadual)
• Gilberto Pucca Jr.(docente/Minist. Saúde)
• Amauri de Oliveira (docente/Min. Esportes)
• Magda Lucia Felix de Oliveira (docente)
• Mauro Ravagnani (docente)
• Fábio A.L. Tôha (docente)
• Cláudia C. Bonecker (bióloga)
• Horácio F. Júlio Junior (docente)
• Luiz Felipe M. Velho (biólogo)
• Igor S. S. Borck (estudante)
• Luzia Cleide Rodrigues (bióloga)
• Maria C. Olher (técnica administrativa)
• Marlyze C. Tenório (técnica administrativa)
• Rosemara Fugi (bióloga)
• Marina Periotto Maranho Jacintho (estudante)
• Samuel Veríssimo (biólogo)
• Alaércio Cardoso (docente)
• Alexandra O. A. Cousin (docente)
• Amélia K. Noma (docente)
• André Gasparetto (docente)
• Ana Lucia Rodrigues (docente)
• Andrea Paesano Jr. (docente)
• Carla Ayres (docente)
• Rivail Carvalho Rolim (docente)
• Carolina P. Machado (estudante)
• Carlos Emar Jr. (estudante)
• Alfredo Tadeu Cousin (docente)
• Celene Tonella (docente)
• Célio Juvenal da Costa (docente)
• César Augusto Silva (estudante)
• César C. Colocci (docente)
• Clarice Gravena (bióloga)
• Ednaldo Michellon (docente)
• Cláudio A. Moreira (estudante)
• Edna de Lourdes Machado (docente)
• Edvard E. Souza Filho (docente)
• Elaine R. Lepri (docente)
• Elza Mariucci (estudante/pós-graduação)
• Eneias Ramos de Oliveira (técnico-universitário)
• Eneri Vieira de Souza L.Mello (docente)
• Erivelto Prudêncio (técnico-universitário)
• Amanda Lemes (estudante)
• Ezeni Claro Silva (técnica-universitária)
• Flávio Arnaldo Braga da Silva (docente)
• Rodrigo Contessotto (estudante)
• Francisco Geovanni Vieira (docente)
• Geovanio Rossato (docente)
• Zélia Leonel (docente)
• Francisco Verri (estudante)
• Gilson P. Garcia (técnico-universitário)
• Jaime Trintin (docente)
• Jhonatan Souza (estudante)
• Adriane Siegas (técnica-universitária)
• João Carlos Palazzo de Mello (docente)
• João Mura (docente)
• José Antonio Moura (técnico-universitário)
• José Eduardo Olivo (docente)
• José Márcio Peluso (docente)
• Larissa Garcia Siqueira (estudante)
• Laura Chaves Pelusso (técnica-universit.)
• Lucio Tadeu Motta (docente)
• Luis D. Leal (psicólogo)
• Luis Felipe Viel Moreira (docente)
• Maria Eugênia Costa Ferreira (docente)
• Luis Miguel de Oliveira (docente)
• Marcilia Periotto (docente)
• Marcio Mendes da Rocha (docente)
• Maria Célia Passetti (docente)
• Maria de Fátima Garcia (docente)
• Marino Gonçalves (docente)
• Marco Alexandre Serra (docente)
• Raphael Camarão (est./pós-graduação)
• Nelma de Oliveira Pereira (docente)
• Ozório Matsuda (docente)
• Paulo César Pupin (jornalista)
• Paulo C. F. Mathias (docente)
• Paulo Petrini (técnico-universitário)
• Paulo Roberto Paraízo (docente)
• Maria Lourdes Perioto Guhur (docente)
• Pedro Arroyo (docente)
• Maria Nezilda Culti (docente)
• Priscila Borba da Costa (estudante)
• Rafael Campos Bezerra (docente)
• Rafael Zanatta (estudante)
• Raymundo de Lima (docente)
• Reginaldo Benedito Dias (docente)
• Rosangela Celia Faustino (docente)
• Samir Jorge (engenheiro)
• Hudson S. Amaro (docente)
• Sara Fachini Gomes (docente)
• Sandra Ferrari (docente)
• Sidnei José Munhoz (docente)
• Sueli Castillo Caparroz (docente)
• Tania Tait (docente)
• Thais A. F. Mathias (docente)
• Wania Rezende Silva (docente)
• Verônica Regina Müller (docente)
• Stefany F. Fenimam (estudante)
• William Scaliante (estudante)
• Cleyde Amorim (docente)
• Marivânia C. Araújo (docente)
• Donizete Carlos Bruzarosco (docente)
• Maria Madalena Dias (docente)
• Márcia Campos Andrade (docente)
• Jean Vicent Marie Guhur (docente)
• Ângelo Jose Pavan (docente)
• Rosalina Lima Izepão (docente)
• Telma M. Gomes (Assistente Social)
• José Usan Brandão Filho (docente)
• José Marcos Bastos Andrade (docente)
• Maria Eugenia Silva Cruz (docente)
• Marilza Paraizo (técnica-universitária)
• Orisvaldo Reis (técnico-universitário)
• Virgilio Almeida (docente)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Desinformação pela Internet

Muitos pensadores enxergavam na Internet uma forma de democratizar a informação e torná-la acessível a todas as pessoas. Com os avanços tecnológicos e o barateamento dos equipamentos cada vez mais pessoas puderam entrar no que chamamos sociedade da informação. Muito já se escreveu sobre o uso da Internet e seus reflexos no mundo em que vivemos. Também, escreve-se e fala-se sobre o mau uso da rede, com disseminação de pedofilia, crimes, discriminação, entre outros.
Infelizmente para todos nós, o uso indevido da Internet começou há alguns anos, inclusive com mensagens que contribuem para confundir as pessoas. Basta lembrar no ano passado das mensagens divulgadas para as pessoas não se vacinarem contra a Gripe H1N1, o que levou alguns crédulos no que recebem pela rede a não se vacinarem.
Agora, nas eleições 2010 no Brasil, a Internet, considerada a grande novidade para divulgação das idéias e contato direto com os candidatos, passou a ser um veículo de mensagem de calúnia, difamação, mentiras e tantas outras coisas que começa a colocar em dúvida o pensamento de democratização e acesso à informação de qualidade apregoada em seus primórdios. Foram tantas mensagens e tantas correntes que, ao invés de contribuir para o processo democrático tornou as eleições palco de desinformação e, muitas vezes, agressão.
Mas, como tudo é um grande aprendizado, podemos transformar o que aconteceu via Internet em uma maneira de procurar aperfeiçoar o uso dessa grande tecnologia que aproxima as pessoas e torna a informação acessível.

domingo, 24 de outubro de 2010

Manifesto de membros de diferentes Igrejas Cristãs de apoio à Dilma

Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as,
padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de
diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público
declarar:


1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas
igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não
vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao
casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”. A própria
candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com
lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e
mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e
mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a
atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos
calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).


2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso,
fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de
uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou
doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos
publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta
atitude:


3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de
Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a
eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a
recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos
que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.


4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações
das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto,
defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho,
lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais
precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas
empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de
Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).


5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das
palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de
governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da
sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não
apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na
transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.


6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente
através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado
e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao
povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que
Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e
companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no
governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos
mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular,
mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados,
as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às
políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do
povo mais empobrecido.


7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra
crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para
se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é
religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor,
Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que
Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no
projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na
solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida
moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares
emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e
decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as
suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano
– como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida
social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa
este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do
presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.


Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:

Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT
nacional.
Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Feliz do Araguaia-MT.

Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional.
Dom Luiz Eccel – Bispo de Caçador-SC
Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia.
Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão.

Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Vina- Maranhão.
Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Feliz do Araguaia /MT
Jether Ramalho, Rio de Janeiro.
Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo
Professor Candido Mendes, cientista político e reitor

Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor
Zé Vicente, cantador popular. Ceará
Chico César. Cantador popular. Paraíba/são paulo
Revdo Roberto Zwetch, igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo.

Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ
Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Juazeiro – Bahia
Maria Victoria Benevides, professora, da USP
Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo

Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre.
Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.
Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação
Frei Betto, escritor, dominicano.

Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT(Ecumenical Association of Third World
Theologians)
Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional
Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos
religiosos do Brasil) SP

Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz
Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins.
Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos
Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó / SC

Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC.
Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho
Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora.
Pe. John Caruana, Rondônia.
Pe. Julio Gotardo, São Paulo.
Toninho Kalunga, São Paulo,

Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela
Justiça)
Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia
Silvania Costa
Mercedez Lopes,
André Marmilicz
Raimundo Cesar Barreto Jr,

Pastor Batista, Doutor em ética social
Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS.
Darciolei Volpato, RS
Frei Ildo Perondi – Londrina PR
Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame. continua
Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC.

Pe. Luis Sartorel,
Itacir Gasparin
Célio Piovesan, Canoas.RS
Toninho Evangelista – Hortolândia/SP
Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília.
Caio César Sousa Marçal – Missionário da Igreja de Cristo – Frecheirinha/CE

Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina
Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó.
Odja Barros Santos – Pastora batista
Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário.
Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife

Rosa Maria Gomes
Roberto Cartaxo Machado Rios
Rute Maria Monteiro Machado Rios
Antonio Souto, Caucaia, CE
Olidio Mangolim – PR
Joselita Alves Sampaio – PR
Kleber Jorge e silva, teologia – Passo Fundo – RS

Terezinha Albuquerque – PR.
Marco Aurélio Alves Vicente – EPJ – Evangélicos pela Justiça, pastor-auxiliar da
Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO
Padre Ferraro, Campinas - SP
Ir. Alzira Munhoz - teóloga, professora de teologia - Belo Horizonte - MG
Ir. Carmem Vedovatto
Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus.
Padre Manoel, PR
Magali Nascimento Cunha, metodista

Stela Maris da Silva
Ir. Neusa Luiz, abelardo luz- SC
Lucia Ribeiro, socióloga
Marcelo Timotheo da Costa, historiador
Maria Helena Silva Timotheo da Costa
Ianete Sampaio
Ney Paiva Chavez, professora educação visual, Rio de janeiro

Antonio Carlos Fester
Ana Lucia Alves, Brasília
Ivo Forotti, Cebs – Canoas – RS
Agnaldo da Silva Vieira – Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança – Rio de Janeiro
Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro
Marlene Ossami de Moura, antropóloga / Goiânia.

Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife
Pedro Henriques de Moraes Melo – UFC/ACEG
Fernanda Seibel, Caxias do Sul.
Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru – Fortaleza
Pe. Lino Allegri – Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE.

Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN
Pasqualino Toscan – Guaraciaba SC
Francisco das Chagas de Morais, Natal – RN.
Elida Araújo
Maria do Socorro Furtado Veloso – Natal, RN
Maria Letícia Ligneul Cotrim, educadora

Maria das Graças Pinto Coelho/ professora universitária/UFRN
Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife
Xavier Uytdenbroek, prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP

Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS
Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito

Targelia de Souza Albuquerque
Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE
Débora Costa-Maciel, Profª. UPE
Maria Theresia Seewer
Ida Vicenzia Dias Maciel
Marcelo Tibaes
Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO- Goiânia – Goiás

Claudio de Oliveira Ribeiro. Sou pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP.
Pe. Paulo Sérgio Vaillant – Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES
Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ – Secretario do CEBI RJ

Sílvia Pompéia.
Pe. Maro Passerini – coordenador Past. Carcerária – CE
Dora Seibel – Pedagoga, caxias do sul.
Mosara Barbosa de Melo
Maria de Fátima Pimentel Lins
Prof. Renato Thiel, UCB-DF
Alexandre Brasil Fonseca , Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador
da Rede FALE)

Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana,
conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)
Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da
Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora

Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva,Secretário Geral da IEAB e membro da
Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil
Irene Maria G.F. da Silva Telles
Manfredo Araújo de Oliveira
Agnaldo da Silva Vieira – Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da
Esperança-Centro do Rio de Janeiro

Pr. Marcos Dornel – Pastor Evangélico – Igreja Batista Nova Curuçá – SP
Adriano Carvalho.
Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/Pr.
Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano

Maria Gabriela Curubeto Godoy – médica psiquiatra – RS
Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia
M. Candida R. Diaz Bordenave
Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife
Xavier Uytdenbroek prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP

Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS
Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito

Targelia de Souza Albuquerque
Maria Lúcia F de Barbosa (Professora – UFPE)
Paulo Teixeira, parlamentar, são paulo.
Alessandro Molon, parlamentar, Rio de janeiro.
Adjair Alves (Professor – UPE)
Luziano Pereira Mendes de Lima – UNEAL

Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP
Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA
Carlos Caroso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etrnologia da
UFBA.

Isabel Tooda
Joanildo Burity (Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim
Nabuco,
Prof. Dr. Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia
Universidade Gregoriana de Roma, Professor de Teologia PUC- Rio

Aristóteles Rodrigues - Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião
Zwinglio Mota Dias - Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora
Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE
Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB

Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza
Anivaldo Padilha – Metodista, KOINONIA, líder ecumênico
Nercina Gonçalves
Hélio Rios, pastor presbiteriano
João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ
Lucilia Ramalho. Rio de janeiro.

Maria tereza Sartorio, educadora, ES
Maria jose Sartorio, saúde, ES
Nilda Lucia sartorio, secretaria de ação social, Espírito santo
Ângela Maria Fernandes – Curitiba, PR
Lúcia Adélia Fernandes
Jeanne Nascimento – Advogada em São Paulo/SP

Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP
Ruth Alexandre de Paulo Mantoan
Eva Zatur - Biguaçu - SC
Maria Givanete Claudino - SC
Patricia Lucia da Silva Abreu - SC
Silvia Togneri - SC
Fernanda Paula do Nascimento - SC
Cleide Lazarin - PR
Dionisio Vandresen PR
Terezinha Vieira da Silva Lukasievicz - PRCarlos Emar Mariucci - Pr Presidente do
Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas de MaringáJOSÉ EUDES JANUÁRIO - Maringá -
PR

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Para reflexão sobre projeto de educação

Na terça feira a noite foi realizada uma reunião com a ex-secretária
estadual de Ciência e Tecnologia Lygia Pupatto. Na reunião Lygia comentou
o manifesto de apoio dos reitores das universidades Federais para a
candidata Dilma e sobre o projeto de educação do Governo Lula para o
Brasil e sua continuidade com a eleição de Dilma para presidente. Falou
também sobre os reflexos dos investimentos do Governo Lula nas
universidades estaduais. Segundo Lygia, em termos de comparação com
relação ao orçamento para a educação e os investimentos em pesquisa, o
Governo Lula superou todos os governos. Além disso, tanto o Governo Lula
como Dilma tem um projeto que engloba desde o pré-primário até a
pós-graduação.
Ainda, comentou que está fazendo reuniões em todas as universidades
estaduais para que não percamos as conquistas em termos de orçamento e
pesquisas que contribuem para o desenvolvimento do Brasil.
No final da reunião, pediu o voto em Dilma para continuar o projeto
político voltado para a ação social e para o desenvolvimento do país.
Na reunião estavam presentes vários professores, funcionários e estudantes
de diversos setores da UEM e de entidades representativas como DCE,
Sinteemar, Aduem, entre outros.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mulheres com Dilma!

Manifesto Mulheres com Dilma por um Brasil soberano, justo e igualitário.

Nós formamos uma onda, nós somos um movimento que se espalha pelo país. Nós somos
Mulheres com Dilma Para Presidenta do Brasil. Somos negras, somos brancas, somos
trabalhadoras, somos indígenas, somos mães, somos lésbicas, somos rurais, somos
urbanas, de todas as regiões, com diferentes credos e convicções políticas. E, assim
como Dilma, somos mulheres que sempre lutaram pela Democracia e por um país com
justiça social.

Nestas eleições, queremos dizer ao mundo que não podemos abrir mão de todas as
conquistas sociais e do trabalho, construídas nos oito anos do Governo Lula. Não
queremos retrocessos. Queremos avançar na construção de um Estado democrático, com
soberania nacional. Queremos um Estado que respeite todas as religiões, mas que não
seja controlado por nenhuma delas


Vamos seguir em frente organizadas e decididas a nos manter em movimento permanente
pela democracia no país e no mundo. Queremos construir novas formas de organizar a
vida social, com paz, com direitos, queremos uma nova economia, justiça ambiental e
redistribuição da riqueza produzida. Queremos uma vida sem violência, com liberdade
e com autonomia. Queremos partilhar e transformar os espaços públicos de poder e
decisão.

Para nós Dilma é parte da heróica geração que cumpriu um papel democrático na luta
contra a ditadura militar, é parte das forças que impulsionaram a democracia ativa
no nosso país, é parte comprometida com a reconstrução das funções públicas do
Estado brasileiro e com a promoção de uma inserção soberana dos países do sul no
diálogo internacional.

Estamos com Dilma porque nela reconhecemos coragem, compromisso e ousadia para
aprofundar os processos iniciados no Governo LULA.Estamos com Dilma para barrar o
retorno ao poder do projeto liberal conservador.Estamos com Dilma por uma educação
inclusiva, não-sexista e não-racista, pela garantia da saúde e o pleno exercício dos
direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, por seu compromisso em promover a
nossa autonomia econômica. Estamos com Dilma pelo direito a terra, aos recursos
econômicos e ao desenvolvimento rural sustentável para as mulheres do campo e pela
da ampliação dos investimentos em projetos de infraestrutura, moradia e mobilidade
que melhorem a vida das mulheres. Estamos com Dilma pela garantia e compromisso com
o enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher, ampliando-se os
recursos necessários à implementação do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência
contra as Mulheres e à adequada aplicação da Lei Maria da Penha. Estamos com Dilma
pela garantia do fomento ao desenvolvimento de políticas que viabilizem o
compartilhamento das tarefas domésticas e de cuidados, entre homens, mulheres,
Estado e sociedade. Sabemos que a eleição de Dilma representa um passo importante na
construção da igualdade entre homens e mulheres e que apenas o projeto que ela
representa garantirá nosso avanço em direção a uma sociedade mais justa, solidária,
igualitária e soberana. Estamos com Dilma porque queremos ser protagonistas das
mudanças que farão deste um país mais justo e igualitário.

Nós subescrevemos:


Silvia Camurça, socióloga, educadora popular feminista, integrante do SOS Corpo e
militante da AMB
Laisy Moriére - Socióloga
Terezinha Gonçalves - Economista (BA)
Karen Vaidyanathan - Estudante C. Sociais/UFBA
Maria Balduina Gonçalves da Silva - Professora aposentada (BA)
Ana Maria Marques - Professora Adjunta do Departamento de História da UFMT
Maria jardim- Pesquisadora/socióloga
Luciene Assunção da Silva
Fátima Almeida - União Brasileira de Mulheres Regional Bahia
Robertha G. G. de Barros

Elza Maria Campos - Assistente Social e Professora - Coordenadora Nacional da UBM
Mariana Azevedo de Andrade Ferreira –Socióloga, integrante do Grupo de estudos em
gênero e masculinidades da UFPE
Carla Gisele Batista, mestranda do PPGNEIM/UFBA
Verônica Ferreira, Assistente Social, SOS CORPO Instituto Feminista para a
Democracia e Fórum de Mulheres de PE/Articulação de Mulheres Brasileiras -
Zilda Martins de Quadros - Servidora Pública - UBM / AMB – Chapecó
Cláudia Costa, CP Articulação de Mulheres Brasileiras Sergipe.
Lucia Helena Souza Martins -Socióloga da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e
Professora do Governo do Estado do Rio de Janeiro
Mônica Jácome, psicóloga, ICEI / Fórum de Mulheres de Pernambuco
Isabel Cristina de Lima Lisboa- professora e Presidenta do Conselho Municipal dos
Direitos da Mulher de Belo Horizonte- MG
Márcia Sousa e Cruz - Atriz & Educadora e membro doFórum de Mulheres de Pernambuco
Ana Maria Veiga -Doutoranda em História - Universidade Federal de Santa Catarina
Livia Martins Carneiro, médica
Maria Helena Souza da Silva – Salvador
Rosemeri Moreira – Doutorando UFSC
Mariana Karilena Moura da Silva – Coletivo de Jovens Feministas PE
Joyce Alves Silva, estudante, Grupo Labris (Grupo de Mulheres Lésbicas do Recife).
Maria Balduina Gonçalves da Silva – Professora aposentada – BA
Rachel Moreo – Psicóloga e Pesquisadora – SP
Marcia Barral – Secretaria Adjunta – SBC – SP
Cibele Simão Lacerda – Psicóloga/ Funcionária Pública – SP
Profa. Dra. Maria Luiza de Carvalho Armando - Universidade Federal do R. G. do Sul
Taysa Soares - Educadora - Casa da Mulher do Nordeste
Manuella Donato, internacionalista, Recife - PE
Sônia Malheiros Miguel
Terezinha Gonzaga - arquiteta (SP)
Elinalva Barros dos Santos - Estudante de Direito/Faculdade de Ilhéus
RUTE ROSA
Fanny Bittencourt Daniel - psicóloga (ES)
Lourdes Bandeira, Socióloga, profa. do Depto de Socioogia da Universidade de
Brasília-UnB
Fabiana Mesquita- Jornalista Ambiental e Arte-Educadora (SP)
Mayra Barbosa Guedes - Professora UFJF, MG
Maria Teles dos Santos – Sergipe
Elisabeth Bolini Narciso - Tec. Adm Prefeitura Municipal SP (SP)
Maria Aparecida Alves da Silva
Carime Rossi Elias
Joana Maria Pedro - Professora do Departamento de História da UFSC e membro da
coordenação do IEG - Instituto de Estudos de Gênero
Marta Akemi Horii - Assistente Social (SP)
Sandra de Sá Carneiro - Antropóloga, professora da UERJ
Denise Pereira Silva (professora de História)
Ines Brito – Vice- Prefeita Ceres-Go
Estela Aquino - Professora universitária (UFBA)
Vivian Farias – Coord. Nacional de Organização da JPT - Secretária de Comunicação
PT – PE
Lícia Brancher -produtora audiovisual (Florianópolis/SC)
Bernadette Siqueira Abrão – jornalista – Cotia/SP
Maria Lúcia de Arruda Aranha – Filósofa – São Paulo/SP
Maria A parecida de Oliveira Martins – Franca – SP
Maria de Fátima Silva - educadora Social
Leila de Menezes Stein – UNESP
Maria Aparecida de Moraes Silva – professora e socióloga/UNESP E UFSCar
Elisabeth Maria Cardoso - Engenheira Agrônoma - CTA/ZM
Cecy Helenize Prestrello - Assistente Social - PE
Maria de Nazareth Baudel Wanderley - Professora
Leila de Menezes Stein (Unesp)
Cristina Chacel, jornalista, Rio de Janeiro
Ana Carolina Silva -Assessora da CUT
Clarice Barreto Linhares, Socióloga/professora - Sinpro Minas
Carmen Lúcia Bezerra Bandeira, pedagoga.
Suely de Oliveira – Psicóloga – PE
Agna Kelly da Silva – Estudante de Psicologia _ PE
Giovanna Marchi - Estudante de Jornalismo (PE)
Maria Mazarelo Rodrigues- Pedagoga (PE)
Márcia Raposo - Pedagoga
Maria C. Raposo - T.O
Lourdes Maria Antonioli
Glaucia Helena de Souza - Professoa de História
Conceição Nascimento - Arquiteta/RJ
Sonia Travassos - Antropóloga/RJ
Gervânia Maria Dos Santos Camilo
Gisele Fernanda Alves Lopes - Cientista Social
Francisquinha Corado da Silva
Regina Dalcastagnè, professora de literatura, Universidade de Brasília
Dina Susana Mazariegos, Mestre em Antropologia Social
Guacira Cesar de Oliveira
Zahidé Lupinacci Muzart - professora de literatura – UFSC
Marlene de Fáveri - profa. de Historia da Universidade do Estado de Santa Catarina –
UDESC
Claudia de Lima Costa- UFSC
Simone Ferreira/Educadora Feminista do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia
Silvia Maria Cordeiro -Rede Mulher&Democracia
Maria Juracy Filgueiras Toneli - professora do Departamento de Psicologia da UFSC
Débora Reina, museóloga - Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro.
Paula Pinhal de Carlos - aluno do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas UFSC
Luzinete Simões Minella – professora e pesquisadora da UFSC
Eunice Lea de Moraes Sociologa, professora da UFPA
Marli Márcia da Silva - APEMAS
Mara Coelho de Souza Lago - Professora PPGICH e PPGP/ UFSC
Marlise Matos -Professora AdjuntaDepartamento de Ciência Política – UFMG
Maria Amelia Schmidt Dickie – antropóloga -Florianopolis, SC
Ione Maria Ferreira de Oliveira - Professora Universitária – UFMG
Graciete Santos – socióloga -Forum de Mulheres de Pernambuco; Forum Brasileiro de
Economia SolidáriaSHIRLEY WALQUIRIA ALVES GOMES VIANA – Casa da Mulher de Pernambuco
Tayane Lino -Articulação Femininas do GUDDS! - AFUDDS! Grupo Universitário em Defesa
da Diversidade Sexual! - GUDDS!
Wagnerdalena Batista de França – Auxiliar administrativo – Casa da Mulher do Nordeste
Maria Marli de Almeida Romão Coordenadora Programa Mulher & Vida Rural - PE
Tarcila de Castro e Silva Machado, Psicóloga, autônoma, Brasília
Vanessa Schottz ,Nutricionista ,Secretária Executiva do Fórum Brasileiro de
Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional
Maria Betania Ávila - Socióloga, Feminista, Pesquisadora do SOS Corpo
Rosa Maria Blanca, Artista-Professora, Núcleo de Identidades de Gênero e
Subjetividades/NIGS/UFSC
Sônia Weidner Maluf - Professora de Antropologia da UFSC
Rosali Maria Becker- Assistente Social - Fundação Gaucha do Trabalho e Ação Social
(FGTAS)
Francisca Vasconcelos
Claudia Mayorga/ Professora UFMG
Raquel Versieux - artista plástica / estudante UFMG
Célia Maria Alves - Goiânia
Matheus Cherem - Estudante universitário NEPEM/UFMG
Vera Soares - física - professora e militante feminista
Tica Moreno, socióloga, militante da Marcha Mundial das Mulheres e integrante da SOF
Renata Cristina Belarmino, Psicóloga, Membro do Núcleo de Psicologia Política e do
Grupo Psicologia e Feminismos UFMG
Lyvia Tavares Felix do CarmoEstudante – UFRPE – FMPE
Rosani Maria Becker - Professora - Escola Privada
Josina Magalhães
Mª Regina Azevedo Lisbôa - Professora de Antropologia e membro do Instituto de
Estudos de Gênero (IEG)/UFSC
Rita de Cássia Ramalho
Cristina Dorigo Sec.Est. Mulheres do PT/RJ
Edinete Gomes da SilvaAgente Comunitária de Saúde ,Grupo de mulhere Jurema /
Ouricuri - PE
Cristina Scheibe Wolff -Universidade Federal de Santa Catarina
Ivaloo G. Gusmão - assistente social (SP)
Helena Argolo – Advogada
Luiza Benicio – Antropóloga
Maria Benicio – Profa. Licenciada
Lucia Benicio – Estudante Ciências Sociais
Leyde Pedroso
Rita Ramalho
Ana Maria Prestes, cientista política
Raquel Auxiliadora dos Santos - membro do Coletivo Nacional de Mulheres do PT - São
Carlos - SP
Girlayne Carvalho
Daniele Cima - Assistente Social Secretaria de Assistência Social, Cidadania e
Direitos Humanos de Itapema – SC
Maria da Conceição Almeida (Fiocruz BA)
Maria Jenny Araújo (Professora Aposentada UFBA)
Suzana Libardi - mestranda psicologia (rj)
Rurany Ester Silva -Assessora técnica Departamento de Analise de Situação em Saúde -
SVS - Ministério da Saúde
Gema Galgani Silveira Leite Esmeraldo - Profa da UFC
Kátia Guimarães - Turismóloga- MS
Edna nobre-Secretaria de Mulheres do PT/Alagoas
Valquiria Aparecida Francisco - Cord. Setorial de Mulheres do PT Maringá/Pr. - ONG
Maria do Ingá Direitos da Mulher

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Será que ela dá conta?

Mesmo estando em 2010, quase 2011, ainda fico estarrecida em ver a falta de credibilidade de alguns na competência das mulheres para governar. Um homem pode ser o que for, que ninguém pergunta se ele é capaz, se tem competência ou se dá conta. Ele pode ser corrupto, inclusive, que ninguém questiona se ele dá conta de governar. Mas, quando é uma mulher...aparece discrimininação de todo tipo. Falam de aspectos de sua vida pessoal, de sua beleza ou não, de sua feminilidade, colocam na pauta temas do cotidiano feminino e exploram todo tipo de adjetivo que diminua a capacidade administrativa das mulheres. Ainda bem que a maioria das pessoas não pensa assim. Como alguém pode questionar a capacidade de uma mulher que foi Ministra de Minas e Energia e cuidou do sistema elétrico brasileiro? Deve ser inveja...só pode...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Parabéns professores e professoras!

Hoje é dia do professor e da professora! É um prazer atuar nessa profissão pois além de transmitir conhecimentos, podermos participar e ajudar a formar pessoas. Tenho lembranças de muitos professores, de todos os tipos e maneiras de agir. Mas, sei que todos eles estavam pensando em contribuir para a nossa formação. Vejo alegria em seus olhos quando os encontro pela cidade e perguntam o que estou fazendo. Sinto que torcem por nós como se fossemos seus filhos e filhas. Se ficamos bem, eles ficam felizes.
Quero aqui, parabenizar todos os professores e professoras por seu dia. E, lembrar dos professores que não estão mais entre nós, mas deixaram seu legado.
Valeu professores! Parabéns!

Bom dia! Em alto nível!

Caros amigas e amigos, leitores e leitoras do blog
quando coloquei "compartilhar idéias" na chamada do blog foi exatamente para realizar a ação de compartilhar. Mas compartilhar em alto nível, sem baixarias e sem ofensas. Não vamos reproduzir o que pessoas do baixo nível fazem. Gosto imensamente quando as pessoas colocam suas idéias e nos ajudam a refletir. Por exemplo, como quando escrevi o texto sobre os motivos da ausência da mulher na política e amigas de São Paulo e de Maringá me questionaram que eu poderia acrescentar na lista o fato de muitas mulheres considerarem política um mundo sujo. Ou como o comentário sobre as mulheres que sabem o que as espera na política. Dessa forma, podemos compartilhar com crescimento para todas e todos nós.
Agora ofensas?, não vamos e nem queremos compartilhar.
Alto nível no compratilhamento das idéias, todas e todos nós merecemos!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma mulher na Presidência do Brasil!

Nós mulheres, representamos a maioria da população brasileira. Segundo dados do IBGE, somos chefes de família, ocupamos postos de trabalhos, somos mais qualificadas e temos mais anos de estudo do que os homens. No entanto, não atuamos na esfera política, não tomamos decisões sobre como será a nossa vida e nem determinamos como serão realizadas as políticas públicas nas áreas de saúde, educação, meio ambiente, entre outras que nos afetam diretamente. São as mulheres, em grande parte, que acompanham a vida escolar dos filhos, levam os doentes da família ao médico e acompanham a família em leito hospitalar. Mas, no momento de decidir como esses serviços são prestados as mulheres não estão presentes. Ainda ocupamos a insignificante proporção de menos de 10% de mulheres em cargos eletivos (governadoras, deputadas, senadoras, vereadoras). Em termos de eleição, somos sempre a minoria a concorrer e a minoria a ser eleita.
Pela primeira vez em nossa história, temos a oportunidade concreta de eleger uma mulher para a presidência do Brasil. E, pode observar como funciona o “ataque” á uma mulher candidata: questionam sua competência, procuram entrar em aspectos de sua vida pessoal e temas do cotidiano feminino.
Como alguém pode duvidar, por exemplo, da competência e da experiência de uma pessoa que começou sua atuação em uma capital como Porto Alegre, passando pelo governo estadual, atuou como Ministra das Minas e Energia e Ministra da Casa Civil. Além de ter combatido, na juventude, a ditadura militar.
Pela segunda vez em nossa história recente, temos a oportunidade de eleger um projeto político que prioriza o social e já mostrou que suas ações funcionam para o Brasil. Basta lembrar quem éramos 8 anos atrás e no que o Governo Lula transformou o país.
Agora, vamos seguir mudando e fazer muito mais. Vamos continuar com o projeto político voltado para o social. Com certeza, uma mulher na presidência reúne todas as condições para continuar a obra iniciada pelo presidente Lula.
Competência, experiência e o olhar feminino: Dilma Presidente 13.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Verdade sobre a Dilma.

A Dilma lutou contra a ditadura militar (como fez o Fernando Henrique, o Gabeira, o Chico Buarque, o Lula, o Frei Beto e tantos outros). Participou de um
grupo de guerrilha, mas não consta em seu currículo assassinato. Ela ficou
3 anos presa pelo pessoal do DOPS que era o departamento de polícia repressora da ditadura militar. E o pessoal que lutava contra a ditadura trocava mesmo de nome para não ser pego pela polícia. Não é demérito ter lutado contra a ditadura, pelo contrário foram essas pessoas que possibilitaram a liberdade democrática que temos hoje. É lamentável a campanha de difamação que estão fazendo contra ela pela Internet, disseminando informação deturpada e depreciando a sua capacidade de administrar o setor público, com acúmulo de experiência nas áreas de finanças, minas e energia e casa civil.
Sugiro, inclusive algumas leituras sobre o triste episódio da didatura militar no Brasil:
(1)Batismo de Sangue, escrito por Frei Beto, Editora Rocco, 14. edição, 2006. O livro fala do período da didatura militar e enfoca a forma como a ordem dos padres dominicanos auxiliavam os perseguidos políticos pela ditadura militar. Inclusive analisa a morte do líder Carlos Marighela da ALN (Aliança Libertadora Nacional).
(2)Brasil Nunca Mais, escrito por D. Paulo Evaristo Arns, Editora Vozes 1996. O livro apresenta um relato doloroso da repressão e tortura que se abateram sobre o Brasil a partir de 700 processos políticos que tramitaram pela Justiça Militar, entre abril de 64 e março de 79.
Vale a pena conhecer a nossa história e valorizar as pessoas que ficaram aqui e lutaram para que possamos expressar nossas idéias com liberdade, assim como fez Dilma Roussef, candidata a Presidente da República.

domingo, 26 de setembro de 2010

Mais sobre o Enio Verri...

Conheci o Enio, no dia que passamos no vestibular, em 1979. Atuamos juntos na Pastoral Unviversitária, na Associação de Moradores da Vila Morangueirinha, no PT e na prefeitura como secretários (ele, Finanças e eu, Administração) na gestão do prefeito José Claúdio. Além do lado profissional, nos tornamos também amigos. Por tudo isso posso falar sobre o Enio com tranquilidade. A sua atuação sempre foi pautada pelo interesse maior de melhoria da vida das pessoas e por políticas públicas que realmente façam a diferença. As palavras que me vem à cabeça com relação ao Enio são: competência e seriedade. Isso faz muita diferença na atuação como deputação estadual. Por isso, sem nenhuma dúvida, voto e peço seu voto para o Enio Verri 13300 pra Deputado Estadual no dia 03 de outubro.

Enio Verri 13300 - Deputado Estadual

Olá amigos e amigas. Peço um minuto de sua atenção.
Estamos nos aproximando de mais uma eleição. As decisões tomadas agora
serão muito importantes para o futuro do Paraná e do Brasil. Por isso estou
entrando com contato com amigos e familiares para pedir o apoio ao
candidato a deputado estadual Enio Verri número 13300. Conheço o trabalho
e o caráter do Enio e posso afirmar que ele é uma pessoa trabalhadora,
competente, íntegra e dedicada a projetos que transformam a sociedade na
essência e não apenas na aparência.
Especificamente para as universidades as ações desencadeadas pelo Enio como deputado
estadual e como secretário de planejamento trouxeram inúmeros benefícios
tanto em obras de infraestrutura como recursos para melhoria das
atividades como força atuante no desenvolvimento regional. Enio
esteve sempre presente apoiando as iniciativas das universidades e contribuindo para
a liberação de recursos. Isso nos motiva a querer que Enio continue
desempenhando esse importante papel em prol da região.
Obrigada pela atenção.
Abraços.
Tania Tait.
Obs: podem divulgar a mensagem se puderem.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mulher, Política e Computação

Escrevi o texto "Mulher, Política e Computação" reunindo informações sobre a atuação da mulher tanto na política como na área de computação. O artigo Está publicado na Revista Eletrônica da Sociedade Brasileira de Computação chamada SBC Horizontes, em http://www.sbc.org.br/horizontes
Por algum erro de edição da revista, as considerações finais saíram de outro artigo. Transcrevo abaixo as considerações finais originais. Mas antes passa no endereço da revista e leia o artigo.
"Considerações finais
Não se deve discutir a pouca presença das mulheres na computação sem avaliar o contexto da participação das mulheres na sociedade. Marginalizadas quando atuam na vida política, discriminadas quando escolhem carreiras ditas masculinas, as mulheres e, também, os homens que lutam pelo fim da discriminação contra a mulher tem muito trabalho a fazer. Este artigo buscou colocar algumas idéias a mais na busca de respostas com relação à participação das mulheres em áreas ditas masculinas, a partir da visão da história das mulheres na nossa sociedade, marcada por lutas na busca da igualdade. O texto também procura trazer a reflexão da participação em outras áreas como a esfera pública, na qual as mulheres tem pouca presença e ficam alijadas do processo de decisão das políticas públicas que refletirão em seu dia-a-dia."

domingo, 12 de setembro de 2010

Frouxidão na aplicação da Lei Maria da Penha?

A Lei Maria da Penha a lei(Lei 11.340) foidecretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em 7 de agosto de 2006. Os movimentos organizados de mulheres e as mulheres brasileiras comemoram a ciração da Lei Maria da Penha.
A Lei entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006, e já no dia seguinte o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.
A Lei promove o aumento no rigor das punições das agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar.
A Lei Maria da Penha cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal.
Resumindo, a Lei Maria da Penha foi promulgada para coibir a violência contra à mulher, no entanto, nesses quatro anos de existência da Lei, temos visto assombradas (os) o número de assassinatos de mulher e atos de violência aumentarem.
Segundo especialistas no assunto, falta a criação de juizados especiais e a capacitação de profissionais para tratar de forma rigorosa os atos de violência.
Na IV Conferência da Mulher de Maringá, ouvimos, na exposição do Promotor Robertson, da Vara da Infância, Adolescência e Mulher, sobre a necessidade de criar uma vara especial para a mulher. E, ainda segundo o promotor, a prioridade na vara em que atua é criança e adolescente pois não dispõem de recursos para tratar a violência contra a mulher. Essa informação gerou protestos na conferência e a solicitação da criação de uma Vara Especial de Atendimento à Mulher Vítima de Violência.
Enquanto isso não ocorre vemos nossas mulheres covardemente assassinadas como aconteceu com a cabeleireira, com a advogada, com a modelo, com a dona de casa...crimes cometidos por ex-namorados ou ex-maridos que se sentem donos do corpo e da alma da mulher e, por isso, se sentem no direito de tirar-lhes a vida.
E quando os instrumentos necessários para a aplicação da Lei Maria da Penha serão efetivamente implantados e utilizados?
Até quando a sociedade irá tolerar esses crimes?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Texto de Leonardo Boff

Para mim o significado maior desta eleição é consolidar a ruptura que Lula e o PT instauraram na história política brasileira. Derrotaram as elites econômico-financeiras e seu braço ideológico, a grande imprensa comercial. Notoriamente, elas sempre mantiveram o povo à margem da cidadania, feito, na dura linguagem de nosso maior historiador mulato, Capistrano de Abreu, "capado e recapado, sangrado e ressangrado". Elas estiveram montadas no poder por quase 500 anos. Organizaram o Estado de tal forma que seus privilégios ficassem sempre salvaguradados. Por isso, segundo dados do Banco Mundial, são aquelas que, proporcionalmente, mais acumulam no mundo e se contam, política e socialmente, entre as mais atrasadas e insensíveis. São vinte mil famílias que, mais ou menos, controlam 46% de toda a riqueza nacional, sendo que 1% delas possui 44% de todas as terras. Não admira que estejamos entre os países mais desiguais do mundo, o que equivale dizer, um dos mais injustos e perversos do planeta.

Até a vitória de um filho da pobreza, Lula, a casa grande e a senzala constituíam os gonzos que sustentavam o mundo social das elites. A casa grande não permitia que a senzala descobrisse que a riqueza das elites fora construída com seu trabalho superexplorado, com seu sangue e suas vidas, feitas carvão no processo produtivo. Com alianças espertas, embaralhavam diferentemente as cartas para manter sempre o mesmo jogo e, gozadores, repetiam: "façamos nós a revolução antes que o povo a faça". E a revolução consistia em mudar um pouco para ficar tudo como antes. Destarte, abortavam a emergência de outro sujeito histórico de poder, capaz de ocupar a cena e inaugurar um tempo moderno e menos excludente. Entretanto, contra sua vontade, irromperam redes de movimentos sociais de resistência e de autonomia. Esse poder social se canalizou em poder político até conquistar o poder de Estado.

Escândalo dos escândalos para as mentes súcubas e alinhadas aos poderes mundiais: um operário, sobrevivente da grande tribulação, representante da cultura popular, um não educado academicamente na escola dos faraós, chegar ao poder central e devolver ao povo o sentimento de dignidade, de força histórica e de ser sujeito de uma democracia republicana, onde "a coisa pública", o social, a vida lascada do povo ganhasse centralidade. Na linha de Gandhi, Lula anunciou: "não vim para administrar, vim para cuidar; empresa eu administro, um povo vivo e sofrido eu cuido". Linguagem inaudita e instauradora de um novo tempo na política brasileira. O "Fome Zero", depois o "Bolsa Família", o "Crédito Consignado", o "Luz para Todos", o "Minha Casa, minha Vida, o "Agricultura familiar, o "Prouni", as "Escolas Profissionais", entre outras iniciativas sociais permitiram que a sociedade dos lascados conhecesse o que nunca as elites econômico-financeiras lhes permitiram: um salto de qualidade. Milhões passaram da miséria sofrida à pobreza digna e laboriosa e da pobreza para a classe média. Toda sociedade se mobilizou para melhor.

Mas essa derrota infligida às elites excludentes e anti-povo, deve ser consolidada nesta eleição por uma vitória convincente para que se configure um "não retorno definitivo" e elas percam a vergonha de se sentirem povo brasileiro assim como é e não como gostariam que fosse. Terminou o longo amanhecer.

Houve três olhares sobre o Brasil. Primeiro, foi visto a partir da praia: os índios assistindo a invasão de suas terras. Segundo, foi visto a partir das caravelas: os portugueses "descobrindo/encobrindo" o Brasil. O terceiro, o Brasil ousou ver-se a si mesmo e aí começou a invenção de uma república mestiça étnica e culturalmente que hoje somos. O Brasil enfrentou ainda quatro duras invasões: a colonização que dizimou os indígenas e introduziu a escravidão; a vinda dos povos novos, os emigrantes europeus que substituíram índios e escravos; a industrialização conservadora de substituição dos anos 30 do século passado mas que criou um vigoroso mercado interno e, por fim, a globalização econômico-financeira, inserindo-nos como sócios menores.

Face a esta história tortuosa, o Brasil se mostrou resiliente, quer dizer, enfrentou estas visões e intromissões, conseguindo dar a volta por cima e aprender de suas desgraças. Agora está colhendo os frutos.

Urge derrotar aquelas forças reacionárias que se escondem atrás do candidato da oposição. Não julgo a pessoa, coisa de Deus, mas o que representa como ator social. Celso Furtado, nosso melhor pensador em economia, morreu deixando uma advertência, título de seu livro A construção interrompida (1993): "Trata-se de saber se temos um futuro como nação que conta no devir humano. Ou se prevalecerão as forças que se empenham em interromper o nosso processo histórico de formação de um Estado-Nação" (p.35). Estas não podem prevalecer. Temos condições de completar a construção do Brasil, derrotando-as com Lula e as forças que realizarão o sonho de Celso Furtado e o nosso.

Leonardo Boff é teólogo, filósofo e escritor.

Tempos de muitos acontecimentos...

A turbulência tem rondado meus dias. Muitos acontecimentos ao mesmo tempo, além é claro do período eleitoral. Em tempos assim é preciso muito calma e sabedoria.
Vale recorrer aquele pedido:
"Concedei-nos Senhor, Serenidade necessária, para aceitar as coisas que não podemos modificar, Coragem para modificar aquelas que podemos e Sabedoria para saber a diferença".

sábado, 28 de agosto de 2010

IX Forum de Informática e Tecnologia de Maringá

O Forum de Informática e Tecnologia de Maringá (FITEM) é realizado pelo Departamento de Informática da UEM e será no período de 13 a 17 de setembro, no campus da UEM.
Para 2010, o IX FITEM traz palestras, minicursos e apresentação de trabalhos de temas atuais da área de computação, visando inclusive à integração entre os temas que compõem a computação.
A primeira palestra (dia 13/09) será ministrada pelo Diretor do Softex, Arnaldo Bacha, o qual tratará sobre o tema "Empreendedorismo na área de software". O tema "Nanotecnologia : uma visão multidisciplinar" será a segunda palestra (dia 15/09), ministrada pela professora Renata Anton, da UFRJ. A terceira palestra (dia 17/09) será ministrada pelo professor Marcelo Walter, da UFRGS e vice-presidente da Sociedade Brasileira da Computação que abordará os "Desafios da Computação para os próximos anos".
Um evento desse porte é uma oportunidade para atualização e integração na área de computação para profissionais da área, estudantes, professores e demais interessados em conhecer a computação.
A programação completa do evento com as palestras, os minicursos e apresentação de trabalhos está em http://www.din.uem.br/fitem

Vale a pena participar do IX FITEM!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Agora são duas vagas para o Senado: Gleisi e Requião

O Senado tem um papel de extrema relevância para os rumos do país pela aprovação de projetos que garantam melhorias para a vida da população. Vamos escolher com cuidados nossos senadores pois a nossa vida enquanto população depende das posturas e das leis que eles aprovarem.
Nas eleições 2010, temos duas vagas para o Senado. E temos dois candidatos comprometidos com políticas públicas e com o desenvolvimento do Brasil: Gleisi e Requião.
Por isso, temos a oportunidade de eleger os dois senadores, sendo a Gleisi a primeira senadora pelo Paraná.
Vamos que vamos: Gleisi 131 Requião 151 com Dilma 13 e Osmar 12.

sábado, 21 de agosto de 2010

Vamos conhecer a Gleisi?

A Gleisi Senadora 131 estará no Comitê Dilma e Osmar, as 15 hs.
O convite é aberto. Vamos lá conhecer a Gleisi e suas propostas.
O comitê fica na Av. Maurá, 1488, em Maringá.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Agenda da Gleisi em Maringá

No sábado, dia 21, Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado estará participando de uma série de atividades em Maringá:

9:00 h - concentração na Praça Raposo Tavares
9:00 h as 11:00 h - Caminhada com Gleisi no centro da cidade
11:30 h - Encontro com jovens no Comitê da Juventude - Av. João Paulino
12:00 h - Encontro de Gleisi com Lideranças Femininas na ACIM
12:00 h - Plenária das águas - sede da APP
15:00 h - Encontro com Gleisi no Comitê Dilma e Osmar - Av. Mauá, 1488.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Eleições 2010: Gleisi em Maringá

No próximo sábado (dia 21/08)teremos a presença de Gleisi Hoffmann - candidata ao senado pelo PT do Paraná. A agenda inclui caminhada, reuniões e almoço. Será uma excelente oportunidade para conhecer a candidata e suas propostas.
Em breve, divulgaremos a agenda completa.
O site da Gleisi: www.gleisi131.com.br

sábado, 14 de agosto de 2010

A importância do gerenciamento de projetos de software para a sociedade

A área de gerenciamento de projetos de software (GPS) cresceu muito nos últimos anos em decorrência das novas exigências possibilitadas pelas tecnologias de informação e comunicação. Com conceitos advindos da administração de empresas a área se tornou multidisciplinar por atuar em conjunto com áreas como psicologia e direito.
Além disso, o GPS coloca na ordem do dia a integração entre aspectos sociais, organizacionais e técnicos. A área parte, também, da premissa de que o software é um empreendimento humano usado por pessoas e desenvolvido a partir das necessidades e das informações indicadas pelas pessoas. Portanto justifica-se a preocupação social e organizacional embutida nas atividades do gerente de projetos de software.
Aliado a essas preocupações tem-se ainda o aspecto ético no gerenciamento de projetos, a partir do qual as decisões gerenciais devem ser tomadas visando o bem estar das pessoas envolvidas, a proteção da sociedade e a responsabilidade pelos produtos de software desenvolvidos.
Verifica-se que o uso do software está em todas as áreas desde o atendimento no balcão de lojas até no controle de aeronaves, no uso de software para web e no desenvolvimento distribuido de osftware, o que implica na necessidade de um gerenciamento de projetos de software que, por meio de suas atividades de planejamento e acompanhamento de projetos, conduza a entrega de um produto de software confiável e seguro para seus usuários.

Mais detalhes sobre a área de GPS podem ser encontrados em:
www.din.uem.br/~tait
www.ufpa.br/sbqs2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Circuito de Software Livre: etapa Maringá

Será realizada nos dias 13 e 14/08/2010 a etapa Maringá do Circuito CELEPAR de Software Livre.
No dia 13, a abertura será no Auditório Ney Marques, na UEM, as 19 hs.
As atividades do dia 14 serão realizadas no Departamento de Informática, Bloco C-56, também na UEM.
As insrições são gratuitas.
Para mais informações, acesse http://www.din.uem.br

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Posso ser irônica?

Primeiro, colocamos grades, alarmes, muros altos, enfim ficamos presos ou presas para nos proteger dos ladrões.
Depois, colocamos alarmes e travas em carros. Andamos grudadas em nossas bolsas e celulares. Fazemos uma série de coisas indicadas para nos proteger de bandidos de toda ordem, como, por exemplo, não andar sozinhas (os) por aí.
Depois dizem para não reagirmos aos assaltos para não levarmos um tiro.
Agora vão treinar funcionários de estabelecimentos frequentemente assaltados a se comportar diante de um assalto para que não corram riscos de morte.
Gente!!!
E os assaltantes vão ficar cada vez mais fortes e sossegados porque as pessoas estão sendo preparadas para recebe-los, com tranqüilidade.
Tem alguma coisa errada aí. Nós pagamos impostos e temos uma corporação inteira de polícia para nos proteger.
Quem vai cuidar de nós? Será que treinamentos desse tipo? E se eu não fui “treinada” e estiver num desses lugares assaltados e tiver alguma reação inesperada?
Socorrrrrrrrrrrroooooooooooooo!!!!!!
E vamos cantar com a Simone: “Quem é que vai nos proteger? Será só imaginação?”

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Pequenas grandes coisas da vida...

Fiquei sem saber o que escrever hoje. Tinha pensado pela manhã em escrever sobre a vida e as pessoas que passam por nós e deixam suas marcas de carinho, como meu pai que esteve sempre presente em nossas vidas.
Depois me veio à mente alguns acontecimentos que envolvem pessoas que se preocupam com coisas muito pequenas e que não contribuem para as tornarem seres humanos melhores, mais compreensivos e amorosos. E, muitos menos contribuem para melhorar o mundo que as envolve.
Fiquei pensando, também, na vida que levamos e nas pessoas que colocam tempero em nossas vidas. Tenho uma lista dessas pessoas, que com uma simples conversa iluminam nossos momentos. Além dessas pessoas, temos os presentes da natureza. Chamo esse conjunto todo de "pequenas grandes coisas da vida". Pequenas, pois um simples por do sol vermelho rasgando o horizonte visto pelo retrovisor do carro pode se tornar um grande momento. Uma simples conversa pode nos embalar. Tudo depende do nosso olhar...

sábado, 7 de agosto de 2010

"Tome tento" nas eleições 2010

Ouvi essa frase do candidato a governador Osmar Dias em seu discurso de apoio à Dilma. Gleisi e Requião. "Tome tento" neste contexto significa "preste atenção nos projetos políticos dos candidatos em nível nacional e estadual". De um lado a onda privatista e políticas públicas que não incluem efetivamente a população que necessita, protagonizada pelo PSDB e seus aliados.
O nosso lado, o qual o presidente Lula apoia, trata da continuidade de uma política de 8 anos de governos que deram certo e que possibilitou que milhões de pessoas saíssem da linha da pobreza. Basta analisar os projetos dos governos. Na assembléia, vamos verificar em quais projetos os deputados tanto federal como estadual votaram e para qual lado os nossos políticos tem trabalhado. Precisamos de um governo que dê continuidade ao Governo Lula no cuidado com as pessoas e com o país. No Paraná, precisamos de um governo que valorize e fortaleça as políticas públicas implementadas por Requião e Pessuti. Esse é o compromisso firmado. A equipe formada por: Dilma (Presidente), Osmar (Governador), Gleisi (senadora) e Requião (senador), Roni (deputado federal) e Enio Verri (deputado estadual) confirma esse compromisso.
O Brasil melhorou muito e pode melhorar mais, com Dilma 13 Presidente.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Eleições 2010: convite

CONVITE*

O PT de Maringá convida a todos para participarem do evento de
*Inauguração*do Grande
*Comitê Regional de Campanha *da Coligação "A união faz um Novo Amanhã" (PT,
PMDB, PDT, PCdoB, PR e PSC).

O evento será realizado pela manhã deste sábado, dia 07 de agosto, à partir
das 08:00hs com uma concentração no Antigo Aeroporto de Maringá (Avenida
Gastão Vidigal) para adesivagem dos carros e planfletagem e logo após, às
09:00hs, será a Inauguração do Comitê Regional (Avenida Mauá, 1488, Vila
Operária).

Contaremos com as grandes presenças dos candidatos: Osmar Dias, a
governador e Rodrigo Rocha Loures a vice, Gleisi Hoffmann e Roberto Requião
ao Senado, além dos candidatos a Deputados Federais e Estaduais, também
prefeitos, vereadores, presidentes de partidos, lideranças da Mulher,
professores, lideranças da Juventude e demais convidados.

Sua presença é de grande importância, vamos participar desta mobilização e

manter a largada com força total nas eleições 2010!!!

*Data: 07/08/2010 – sábado *
*- 08:00 hs: Concentração Antigo Aeroporto (Avenida Gastão Vidigal) *
*- 09:00 hs: Inauguração COMITÊ REGIONAL (Avenida Mauá, 1488 - Vila
Operária)*

domingo, 1 de agosto de 2010

Para relaxar e rir um pouco....

Recebi a mensagem abaixo de um amigo:

"Como estamos na Era Digital foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los a nova realidade. Veja abaixo:

1. A pressa é inimiga da conexão.* *

2. Amigos, amigos, senhas à parte.* *

3. A arquivo dado não se olha o formato.* *

4. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.* *

5. Para bom provedor uma senha basta.* *

6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.* *

7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.*

8. Hacker que ladra, não morde.** *

9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.* *

10. Mouse sujo se limpa em casa.* *

11. Melhor prevenir do que formatar.* *

12. Quando um não quer, dois não teclam.* *

13. Quem clica seus bons ares multiplica.* *

14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.* *

15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...* *

16. Quem não tem banda larga, caça com modem.* *

17. Quem semeia e-mails, colhe spams.* *

18. Quem tem dedo vai a Roma.com* *

19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.* *"

sábado, 24 de julho de 2010

Não precisa mais ver "Law and Order"

Impressionante as cenas e os atos de violência que são mostrados nos meios de comunicação. Para quem gosta de filme policial e de violência, nem precisa mais se preocupar em acompanhar os seriados e ver filmes do gênero pois os jornais televisivos mostram os crimes em detalhes. E a frequência de crimes tem sido assustadora. Atos macabros e desumanos são apresentados como se fizessem parte da essência do ser humano. Inclusive, se alguém não sabe como cometer um crime, está muito fácil ter idéias, basta acompanhar os noticiários.
Cadê o amor e o respeito? Por onde andam? Se a sociedade caminha para o egocentrismo e o consumismo desenfreado e as pessoas se afastam, cada vez mais, dos valores essenciais, o nosso futuro é temeroso.

Cenas do parque II

Fui caminhar no Parque Alfredo Nyffler agora à tarde e novamente pude vislumbrar a beleza do local, as crianças jogando bola e brincando no parquinho existente, adultos e jovens caminhando...enfim uma vida de parque. No entanto, as placas continuam desbotadas e irreconhecíveis, o parquinho é sem vida, a falta de segurança continua a mesma...
Mas, ao sair vi uma dessas imagens com que a vida nos presenteia: um céu com tons lilás e azul, com uma linda lua cheia e passáros migrando em forma de V. É um imagem para apreciar e desfrutar. Que bom estar lá.
E fiquei pensando que essa imagem estava lá como presente e o parque, que é obra dos seres humanos, poderia também ser seguro, mais sinalizado e mais bonito. Aí, a cena ficaria completa.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Para refletir...

De Augusto Cury, no livro "O vendedor de sonhos":
"Quando considero a brevidade da existência dentro do pequeno parentêse do tempo e reflito sobre tudo o que está além de mim e depois de mim, enxergo minha pequenez. Quando considero que um dia tombarei no sliêncio de um túmulo, tragado pela vastidão da existência, compreendo minhas extensas limitações e, ao deparar com elas, deixo de ser deus e liberto-me para ser apenas um ser humano. Saio da condição de centro do universo para ser apenas um andante nas trajetórias que desconheço..."

sábado, 17 de julho de 2010

Ong Maria do Ingá-Direitos da Mulher

A ong Maria do Ingá existe desde o ano 2001. Foram definidos como atuação dois grandes objetivos: a formação e a informação na área de direitos da mulher. Participamos do Conselho Municipal da Mulher de Maringá e procuramos estar presente em todas as discussões que promovam a qualidade de vida e preserve os direitos das pessoas. Assim, fomos ao Congresso das Cidades, a Conferência da Saúde, à Conferência da Mulher e as reuniões sobre o meio ambiente. Apoiamos iniciativas como a preservação da nossa antiga rodoviária, entre outras situações ligadas à vida da cidade. Participamos de eventos do Dia Internacional Mulher como palestrantes em algumas entidades sindicais. Tivemos um grande evento com mulheres da UEM organizado pelo Sinteemar no Dia Internacional da Mulher.
Realizamos muitas palestras e começamos a receber convite de outras cidades, as quais atendemos, como na Conferência da Mulher de Sarandi, debate com professoras e alunos em Lobato, debate com mulheres da Igreja em Paiçandu e no encontro de formação de mulheres em Curitiba. Enfim, estamos sempre dispostas a colaborar com a discussões de gênero na linha de direitos da mulher.
De 2001 prá cá muita coisa mudou: foram criados organismos de apoio às mulheres vítimas de violência, a Lei Maria da Penha, a Secretaria Nacional de Política para Mulheres, entre outras. Mas, sabemos que ainda temos muito que lutar pelo fim da discriminação contra à mulher.
Para entrar em contato, para trocar idéias ou para realizarmos discussões sobre o tema direitos da mulher (saúde, política, trabalho...) pode enviar e-mail para o endereço taniatait@bs2.com.br
Estamos organizando um blog da ong Maria do Ingá e disponibilizaremos em breve!

A Internet em nossas vidas: o desafio.

Não dá mais prá fugir do uso da Internet para lazer, negócios, contatos, acesso à serviços, entre outros. Desde 1995, a Internet entrou em nossas vidas e ocupou espaços trazendo e levando informações a velocidade e quantidades gigantescas. Isso fez com que modificassemos comportamentos e o uso do nosso tempo para ficarmos conectados.
Entretanto, essa tecnologia trouxe também alguns problemas de ordem legal, psicológicos e de saúde. Muitos crimes como a pedofilia encotraram um terreno fértil na rede de computadores. Problemas de isolamento social e vício eletrônico começam a surgir. As doenças por má postura e as lesões por esforços repetitivos tornam-se frequentes. Além da exclusão digital que isola muitas pessoas do mundo da informação.
Na teia da rede de computadores, portanto, o desafio está em compatibilizar o bom uso com a eliminação dos problemas.
Preste atenção nos sinais e faça um grande uso dessa grande tecnologia que temos à nossa disposição.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Campanha eleitoral na Internet

Para acompanhar as campanhas eleitorais, pode acessar:
www.dilma13.com.br
www.gleisi.com.br
www.enioverri.com.br

Tem também o site do PT de Maringá: http://www.ptmaringa.org.br

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sucesso: Comitê Suprapartidário de Mulheres Pró-Dilma e Gleisi

Mesmo debaixo de uma chuva torrencial, cerca de 50 mulheres e alguns homens estiveram reunidas (os) para o lançamento do Comitê Suprapartidário de Mulheres Pró-Dilma e Gleisi. O evento foi um sucesso e contou com a presença de lideranças femininas dos partidos PMDB, PT, PCdoB, PDT e PSC; de representantes de associações de moradores; lideranças sindicais; movimentos organizados de mulheres; entre outros. Vários encaminhamentos foram deliberados. Dentre eles, foi criada a coordenação geral composta por mulheres representantes dos partidos presentes. Em breve divulgaremos o local do Comitê e a agenda das realizações.
Acompanhe as campanhas eleitorais pelos sites:
www.ptmaringa.org.br
www.gleisi.com.br
www.dilma13.com.br

terça-feira, 13 de julho de 2010

"Quando uma mulher entra na política..."

No dia 15/07 (quinta-feira) às 19 horas, no Hotel Elo, em Maringá teremos o lançamento do Comitê Suprapartidário de Mulheres pró-Dilma e Gleisi. Mulheres de várias organizações (ongs, igrejas, associações de moradores, entre outras) e de partidos políticos (PT, PMDB, PDT e PCdoB) confirmaram suas presenças.
Vamos mudar a cara da política!
E, lembrando a ex-presidente do Chile, Michele Bachelet: "Quando uma mulher entra na política muda a mulher, quando muitas mulheres entram na política, muda a política".

Crimes e mais crimes...

Está assustador a onda de assassinatos de mulheres. Temos que refletir sobre o que está acontecendo para que homens se sintam com direito de tirar a vida das mulheres, que, inclusive, foram suas esposas, namoradas, companheiras...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Que crueldade é essa???

Num dia muitos beijos e muito amor, noutro um esquartejamento da mulher. Vimos estarrecidos pela TV as notícias do sequestro e assassinato de Eliza Samudio pelo goleiro do Flamengo, o Bruno. O que leva uma pessoa a cometer um ato desse tipo? Impunidade? Sentir-se dono do mundo? Dono da alma e do corpo da mulher?
O fim da violência contra a mulher tem sido uma luta constante dos movimentos organizados de mulheres. Grandes instrumentos de apoio às mulheres vítimas de violência foram criados como a Casa Abrigo, as Delegacias da Mulher, as Centrais de Atendimento e a Lei Maria da Penha. No entanto, nem todo esse aparato tem protegido as mulheres e as crianças de crueldade de homens que se sentem seus proprietários a ponto de disporem de suas vidas.
Os números de lesões corporais e assassinatos de mulheres continuam aumentando. Ainda não se sabe se o aumento é devido à maior procura por parte das mulheres de proteção ou se os casos tem aumentado a despeito da Lei Maria da Penha.
Sabe-se que a Lei Maria da Penha tem encontrado dificuldades de implementação pelos órgãos competentes; que os crimes contra a mulher ainda são caracterizados culturalmente como "problema de casal"; que se busca justificar os motivos que levam o infrator a cometer o crime para tentar inocenta-lo de um ato cruel.
Hoje pela manhã, por exemplo, no Progama Ana Maria teve uma reportagem falando sobre a vida de menino pobre do goleiro Bruno.
E eu pergunto e daí? Se todo mundo que teve dificuldades sair matando quem passa pela sua vida, o que seria da humanidade?
Não duvido que daqui a pouco vão inocentar o assassino e ele ainda sair de vítima dessa história cruel.
Não podemos permitir que esse e outros crimes contra à mulher sejam esquecidos e os assassinos saiam impunes.
Que se faça cumprir a lei!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Comitê Suprapartidário Pró Dilma e Gleisi

Nós, mulheres não podemos nos omitir diante dos rumos do país. Acreditamos que as mulheres obtiveram muitas conquistas no Governo Lula, que irão sedimentar as políticas públicas de gênero nos próximos anos. No entanto, sabemos que um governo que não tenha essa linha de atuação colocará em risco nossas conquistas.
Para tanto, convidamos as mulheres para participar do lançamento do Comitê Suprapartidário Pró-Dilma e Gleisi.
Será no dia 15/07, às 19 hs no Hotel Elo (Av. Duque de Caxias esquina com Rua Arthur Thomas).
Participe! A política só é suja se nós não atuarmos nela!

Comitê Suprapartidário de Mulheres Pró-Dilma e Glesi

terça-feira, 6 de julho de 2010

Pelo fim da violência contra a mulher!

Estivemos na Record agora a tarde para reuniao com a direção da TV. Na reunião estavam presentes: Diretor Gustavo Garcia; repórter Léo Junior, editor Marcelo Bulgarelli, Zica Franco (ong Maria do Ingá), Terezinha Pereira (Secretária Municipal da Mulher) e Maria Cecília (Coordenadora da Maria Mariá Central de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência) e eu (Maria do Ingá).
O assunto foi a apresentação no Programa Balanço Geral e a "brincadeira" realizada pelo repórter com relação ao episódio do rapaz que foi tentar se reconciliar com a mulher e deu um tiro que acertou na orelha da sogra.
Na IV Conferência foi aprovada por unanimidade uma moção de repúdio ao programa e ao repórter pela brincadeira realizada sobre a orelha da sogra e as desculpas dadas pela atitude do rapaz.
Para entender o posicionamento das delegadas e delegados da conferência basta verificar o número alarmante de casos de violência contra à mulher que torna a luta pelo fim da violência uma ação programática nas esferas federal, estadual e municipal. Colocar fim nessa violência trouxe uma série de medidas que vem sendo tomadas ao longo dos anos: a Lei Maria da Penha, a Campanha Laço Branco, entre muitas outras.
Mas, também no nosso dia-a-dia devemos colocar em prática atitudes que inibiam qualquer tipo de violência. A rejeiçao às piadinhas de mau gosto, a não aceitação de atitudes violentas, a não divulgação de músicas que desvalorizam a mulher são iniciativas que parecem pequenas, mas que somadas, contribuem para tratar a violência contra a mulher com a seriedade e respeito que o assunto exige.
E aí entram os programas de TV que podem prestar um serviço de relevância para a comunidade com campanhas pelo fim da violência contra a mulher.
Nesse sentido, a Conferência deliberou que se utilize o mesmo tempo que o repórter usou para seu programa, para tratar o tema violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha. Esse foi um dos temas tratados na reunião e que será encaminhado pelo editor chefe, pela secretaria da mulher e pelo Conselho da Mulher, atendendo a solicitação da IV Conferência Municipal da Mulher de Maringá.
E ainda há que duvide das formas de organização das mulheres...

domingo, 4 de julho de 2010

E em São Paulo...

Vim passar o final de semana em São Paulo para o aniversário do meu sobrinho. Aqui vi o Brasil perder no futebol, a Argentina perder, uma pesquisa de empate entre Dilma e Serra e muitas outras informações. Gosto dos meus 3 dias de Sampa. Digo 3 pois mais do que isso já sinto os efeitos da poluição. Mas, São Paulo tem o seu charme e aqui tudo acontece, como uma exposição de robótica em que robôs desenham rostos humanos ou reproduzem imagens e movimentos.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Homenagem ao professor Aécio!

Fiquei emocionada na cerimônia de posse da reitoria ao ouvir o professor Aécio do Departamento de Letras da UEM discursar como representante das chefias que estavam encerrando seus mandatos. O professor, visivelmente emocionado, falou, também, sobre a sua aposentadoria (compulsória).
Além de ouvir como professora e colega de instituição, eu o ouvia como ex-aluna. Tive a oportunidade de ser sua aluna no Colégio Gastão Vidigal, aula de português. Eu gostava de escrever e o professor era rigoroso em suas correções. Eu, no auge dos meus 15 anos, considerava o professor "exagerado", é claro. E o contestava, muitas vezes, em silêncio. Obviamente, ele não se lembrará desse fato.
Imagino quantas pessoas passaram por suas mãos nesses anos todos, foram formadas por ele e estão ensinando outras pessoas. Ensinamentos que vão além de regras gramaticais ou literatura, mas que contribuem para a vida toda.
Parabéns professor! A salva de palmas dada pelo demais professores, em pé, foi uma aclamação pela sua dedicação e muito respeito por seu trabalho!

Ano de eleições; muitas eleições!!!

Em junho tivemos eleições na UEM para chefias de departamento, coordenadores de cursos de graduação e coordenadores de pós-graduação.
Daqui a pouco teremos eleições para a reitoria.
Em outubro teremos eleições gerais prá presidente, governador, senador, deputados federal e estadual.
E tem as eleições sindicais que estão ocorrendo durante o ano.
Haja votação!!!!

domingo, 27 de junho de 2010

Realizada a IV Conferência Municipal da Mulher de Maringá

A IV Conferência Municipal da Mulher de Maringá aconteceu neste final de semana (25 e 26 de junho). A palestrante Marcia de Cassia (Coordenadora da Mulher da Prefeitura de Belo Horizonte) falou sobre a necessidade de estabelecer e acompanhar a realização das políticas públicas para mulheres, as quais tem garantido os direitos e uma vida digna para as mulheres. A Coordenadora, também, salientou a necessidade da presença das mulheres na poítica e que o fato de ter duas mulheres candidatas à Presidência da República não significa que as mulheres têm participado ativamente da política pois poucas mulheres estão se colocando como candidatas aos cargos legislativo e aos governos dos Estados. Citou,ainda a necessidade de acompanhamento e avaliação das políticas públicas para mulheres implementadas nos municípios. Damos destaque à presença e a fala do promotor Robertson que assume a vara da Infância, Adolescência e da Lei Maria da Penha, que declarou sua precupação com a aplicação da Lei Maria da Penha e que, devido à demanda, a sua prioridade será a infância e adolescência. Essa informação gerou uma moção das participantes da conferência com relação à implantação de um Juizado Especial para Mulheres Vítimas de Violência.
A apresentação de um vídeo sobre uma situação de violência contra a mulher mostrando o descaso de um programa de TV da cidade e de seu responsável também foi motivo de indignação e gerou uma série de propostas de encaminhamentos, os quais merecem um tópico à parte.
Foram prestadas homenagens a duas mulheres pelos trabalhos realizados na área de direitos da mulher: (1) Maria da Conceição Franco (Zica), Assessora da Mulher na Gestão 2001-2004 do Prefeito José Claudio e João Ivo; (2) Donária Rizzo, presidente do Conselho da Mulher na gestão 2008-2010, que se encerra agora.
Na conferência foram debatidos os temas: mulher e violência; mulher e política; mulher e desenvolvimento urbano; mulher e negritude; mulher e saúde; mulher e geração de emprego, trabalho e renda; mulher e educação e mulher; sexismo e lesbofobia.
A comissão de relatoria da conferência irá sistematizar as propostas e as moções de apoio e de repúdio aprovadas, as quais serão divulgadas e encaminhadas aos órgãos competentes.
Do nosso ponto de vista, as propostas apresentadas mostram a maturidade dos movimentos de mulheres e de setores ligados aos direitos na consolidação de proposições que visem melhorar a vida das mulheres.
No final da conferência foram apresentadas as novas conselheiras indicadas tanto pela sociedade civil como pelos órgãos governamentais que integram o Conselho Municipal da Mulher de Maringá.
E, por fim, fico feliz em voltar a participar como integrante do Conselho da Mulher (Gestão 2010-2012), representando a ong Maria do Ingá-Direitos da Mulher, com a responsabilidade de substituir o trabalho sério, responsável e competente realizado pela Val (Valquiria Aparecida Francisco da ong Maria do Ingá).

quinta-feira, 24 de junho de 2010

IV Conferência Municipal da Mulher: Mulher e Políticas Públicas

Nos dias 25 e 26 de junho será realizada a IV Conferência Municipal da Mulher com o tema "Mulher e Políticas Públicas". A abertura da Conferência será na sexta-feira, às 19h30, na Câmara Municipal e terá uma palestra proferida pela Coordenadora da Coordenadoria dos Direitos da Mulher de Belo Horizonte (MG), Marcia de Cassia Gomes.
No sábado, dia 26 serão realizados os trabalhos dos grupos, a plenária final com a aprovação das propostas dos grupos e o referendo da nova composição do Conselho Municipal da Mulher (Gestão 2010-2012). Nós, da ong Maria do Ingá participaremos da Conferência para debater políticas públicas que garantam os direitos da mulher. Como ato de solidariedade, a organização da Conferência está solicitando que as participantes (os participantes) levem 1 kg de alimento a ser doado para a ASSINDI (Associação Indigenista) que também compõe o Conselho da Mulher. Mais detalhes em http://www.maringa.pr.gov.br/conferenciadamulher

domingo, 20 de junho de 2010

A importância das conferências municipais...

As conferências municipais são responsáveis pela proposição de políticas públicas para várias áreas. Entretanto, as conferências só tem respaldo se houver ampla participação popular nas discussões das políticas públicas. Nas conferências também são escolhidos os delegados e delegadas para as conferências estaduais e, posteriormente, nacional. Daí, se verifica a necessidade de participação pois temas de relevância municipal podem se tornar temas de relevância nacional devido à sua interfência na vida do país. É o caso, por exemplo de situações específicas como a prostituição infantil e juvenil em zonas de fronteiras que somadas a prostituição no interior do Brasil se configurou como uma política de combate à prostituição infanto-juvenil discutida na Conferência Nacional de Mulheres realizada em Brasília, em 2007. Foi a partir das reivindicações das cidades que vivem esse tipo de situação, que o problema chegou às conferências estaduais e nacional.
Tive a oportunidade de participar de duas conferências: a das cidades e das mulheres. Pude verificar nas duas conferências, os diferentes posicionamentos: de entidades da sociedade civil e dos governos. A discussão faz com que os argumentos sejam fortalecidos e que possam convergir ou divergir totalmente. No embate, está a riqueza das conferências.
Mas, não podemos nos iludir, participei de discussões sobre temas de interesse público em que os empresários do ramo ou representantes de governos municipais estavam lá defendendo suas propostas para manter uma situação contrária aos interesses populares. Isso significa que a importância das conferências já é reconhecida por todos e que o interesse popular somente prevalecerá se houver uma participação organizada e fortalecida da população.
É o que esperamos na IV Conferência Muncipal da Mulher Maringaense que será realizada no próximo final de semana (25 e 26 de junho): uma ampla participação nos debates que se transformem em políticas públicas para garantir os direitos das mulheres.