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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Redes sociais auxiliam no encontro da turma de ex-alunos da UEM, mais de 30 anos depois.

As turmas 1/1978 e 1/1979 do curso de Processamento de Dados da UEM se reúnem em Maringá, após a formatura em janeiro de 1982. A idéia partiu de um dos ex-alunos, Ludgero Senhorini, morador de Campo Grande (Mato Grosso do Sul),  que contatou e encontrou os colegas espalhados pelo Brasil. As redes sociais foram uma ferramenta de grande auxílio para localizar a grande maioria dos colegas e como meio de comunicação para a realização das atividades do encontro e troca de idéias e experiências da turma. Além de jantar e churrasco, o grupo também elaborou um livreto que conta a história de cada um e cada uma, após a formatura. As professoras doutoras do Departamento de informática, Maria Madalena Dias e Tania Fatima Calvi Tait fazem parte da turma 1/1979 e participam das atividades. Os professores Sandra Ferrari, Jucelia Fregoneis, Osvaldo Santos e Alvaro Periotto participarão como professores das turmas. Será realizado, a pedido dos ex-alunos, um tour pela UEM, passando pelos locais onde o departamento de informática, bibliotecas e outros ficavam na época e como e onde estão agora.

Muitas emoções aguardam os ex-alunos do curso de PD da UEM.

 

domingo, 25 de outubro de 2015

Violência contra a mulher no Enem 2015


Quando li o título da matéria nos jornal “Violência contra a mulher é tema na redação do Enem 2015” meu coração sorriu ao lembrar daquele fatídico dia em que esse mesmo coração chorou ao ver os cartazes “Gênero não” na Câmara Municipal de Maringá quando da discussão do Plano Municipal de Educação. E o mesmo aconteceu em muitas cidades brasileiras e paranaenses com distorção da necessidade de se discutir a violência e a discriminação contra as mulheres.

Aliado a isso fiquei sabendo, também, pela Internet, que teve uma questão sobre Simone de Beauvoir e o movimento feminista.

Finalmente, vemos a história de lutas das mulheres tendo seu lugar na educação mesmo diante de tantas barbaridades que são ouvidas quando se fala em discutir violência de gênero e sexualidade nas escolas.

As estatísticas estão mostrando o aumento da violência contra a mulher que coloca o Brasil como dos mais violentos e o nosso Paraná em 3. posição no país. Segundo dados informados pelo jornal Gazeta do Povo, de março a setembro 17 mulheres foram assassinadas no Paraná.

Nem a Lei Maria da Penha e nem a Lei do Feminícidio parecem conter a violência contra a mulher, que é cultural e tolerada por uma sociedade machista e excludente. Quem sabe com milhares de jovens respondendo a essa questão e escrevendo sobre a violência contra a mulher no Enem sejam mais sementes plantadas nesse universo para garantir o basta pelo fim da violência contra a mulher.