Para compartilhar idéias!



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Para o Conselho Tutelar: Cleide Santiago, n. 19

Cleide Santiago é conselheira do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, membro da Pastoral da Criança, líder comunitária e faz parte do Conselho Local de Saúde. Sempre atua com seriedade e dedicação.

A eleição para o Conselho Tutelar é dia 27/02 (domingo), das 8 as 17 h.

VII Workshop de Olhar Sociotécnico sobre a Engenharia de Software (WOSES 2011)

VII Workshop de Olhar Sociotécnico sobre a Engenharia de Software (WOSES 2011)
Curitiba/PR – 06 de junho de 2011
Evento paralelo ao X Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS 2011)
Chamada de Artigos
Deadline de Submissão: 03/04/2011
MOTIVAÇÃO
O WOSES se propõe como um espaço pioneiro no Brasil dedicado a investigar as possibilidades e potencialidades de um olhar sociotécnico especificamente lançado sobre as práticas de desenvolvimento e uso de software, em sua busca de projetar e desenvolver software de alta qualidade. Um olhar que busca apreender o desenvolvimento de software sem fragmentá-lo em "fatores ou aspectos técnicos" de um lado, e "fatores ou aspectos não-técnicos" de outro, sem fatorá-lo em quaisquer outras dualidades ("fatores técnicos" versus "fatores humanos, organizacionais, éticos, políticos, sociais, etc.") que terminem por desfigurar o "pano sem costura" que imbrica no desenvolvimento e uso de software o técnico e o social em um mesmo e indivisível tecido.
Nesta sétima edição do WOSES, pretendemos discutir os “Rumos do Olhar Sócio-técnico”, a partir do que já acumulamos de discussões e práticas à luz do enfoque sociotécnico. Para tanto, manteremos o mesmo formato da edição anterior, no qual tivemos duas sessões: artigos e artigos de opinião. Os artigos de opinião serão apresentados a partir da chamada do evento “Rumos do Olhar Sociotécnico” e serão apresentados pelos autores em uma sessão de debate. Os demais artigos serão na forma de artigos tradicionalmente apresentados no WOSES.
Para conhecer sobre as discussões realizadas no WOSES, consulte as edições vol. 18 no. 1 e vol. 19 no. 2 da revista Scientia com artigos selecionados das edições 2006, 2007 e 2008 em http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/scientia/) e o vol. 14 da Revista de Informática Teórica e Aplicada (RITA), que traz dois artigos relacionados ao WOSES. Os melhores artigos do WOSES 2009 estão disponíveis na edição especial da revista INFOCOMP, edição especial, Fev/ 2010 em http://www.dcc.ufla.br/infocomp/.
Sensível às recomendações recorrentes na literatura em geral sobre a abordagem sociotécnica, e nos modelos de qualidade de software, o workshop buscará, através da exposição de trabalhos e dos debates entre os participantes e expositores:
 Promover novas e melhores formas de interação entre o técnico e o social, buscando superar fronteiras entre a ES e outros saberes, especialmente aqueles oriundos das ciências humanas e sociais;
 Buscar novas compreensões para o sucesso/fracasso dos projetos de desenvolvimento, implantação e melhoria de processos de produção de software à luz das relações éticas, sociais, políticas, econômicas e históricas indissociáveis da prática de desenvolvimento de software;
 Consolidar a formação de uma rede de pesquisadores interessados pelo desafio de construir uma abordagem sociotécnica da ES, procurando socializar as experiências dos grupos de pesquisa já envolvidos com o tema no Brasil e na comunidade internacional, bem como estimular a formação de novos grupos;
 Entender a atual configuração do software no Brasil e no mundo, através da contextualização histórica de seu ensino e prática;
 Contribuir para a produção de novos saberes capazes de enriquecer o debate sobre a ES, potencialmente aptos a agregar eficiência e qualidade ao desenvolvimento, manutenção e implantação de sistemas de software.
 Construir e fortalecer os vínculos entre a abordagem sociotécnica e a demanda por qualidade de software, especialmente à luz de estudos de caso de desenvolvimento, manutenção e implantação de sistemas de software em organizações.
 Discutir estudos de caso, relacionados a projetos de software e projetos de melhoria/implantação de processos de software, tratados à luz do olhar sociotécnico, no qual a prática do desenvolvimento de software é constituída de forma indissociavelmente técnica, social, histórica, econômica, ética e política.
 Refletir sobre as questões de ensino e ética em software à luz do olhar sociotécnico.
DATAS IMPORTANTES
 Submissão de artigos (relatos de experiência): 03/04/2011 – 23:59h
 Notificação aos autores: 02/05/2011 – 23:59h
 Versão final dos artigos (camera-ready): 08/05/2011 – 23:59h
 Realização do workshop: 10/06/2011
TÓPICOS DE INTERESSE
Além do tema principal, estamos interessados em artigos completos nos temas a seguir:
 O processo de software e as questões sociotécnicas;
 História da ES;
 Abordagens de ciências sociais aplicadas à ES;
 Relações entre stakeholders do processo de software: analistas, usuários e clientes, entre outros;
 Elicitação de requisitos e suas necessidades sociotécnicas: desafios, dificuldades e soluções;
 Customização e uso de pacotes de software;
 Relações sociotécnicas em fábricas de software;
 Aspectos da qualidade em uso;
 Ética em ES;
 O Direito, a propriedade intelectual e a ES;
 Cultura, política, comportamento social e organizacional na gerência de projetos;
 Cultura, política, comportamento social e organizacional em processos de melhoria de qualidade;
 Complexidade sociotécnica na gestão de conhecimento em ES;
 A prática da ES frente às pressões do mercado;
 Estudos de caso de projetos de software, e de projetos de implantação e melhoria de processos de software, nos quais se possam evidenciar os efeitos de determinados enredamentos (culturais, políticos, organizacionais, econômicos, etc.).
SUBMISSÃO DOS TRABALHOS
Os trabalhos devem ser submetidos diretamente de forma eletrônica pelo sistema JEMS, utilizando a seguinte página: https://submissoes.sbc.org.br/sbqs2011.
COORDENAÇÃO GERAL
Dra. Tania Tait (UEM)
COORDENAÇÃO DE PROGRAMA
Dra. Tayana Conte (UFAM)
COMITÊ DIRETIVO
Henrique Cukierman (COPPE/UFRJ)
João Porto de Albuquerque(EACH-USP)
Heitor Costa (UFLA)
Cassio Teixeira (BNDES)
Tania Tait (UEM-Maringá)
Tayan Conte (UFAM)
Rafael Prikladnicki (PUCRS)
COMITÊ DE PROGRAMA
Em formação

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Emoção de ser vovó...

Sempre fui uma neta muito paparicada, daquelas que visitam os avós, conversam e brincam com eles. Eles se foram quando eu já era adulta. Deixaram um legado de energia, sabedoria, dignidade e alegria. Agora, eu me tornei avó. Estou sentindo uma emoção e uma alegria enormes e me lembrei deles. Espero que consiga transmitir ao meu neto o que foi transmitido pelos meus avós para mim.
E, olha que virei "vovó coruja" no momento que o vi na saída do centro cirurgico.
Estou tendo uma sensação deliciosa.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Lei Maria da Penha: o que estão fazendo com ela?

A Lei Maria da Penha a lei (Lei 11.340) foi decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em 7 de agosto de 2006. Os movimentos organizados de mulheres e as mulheres brasileiras comemoram a criação da Lei Maria da Penha, que entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006. No dia seguinte, o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.
A Lei Maria da Penha cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal.
Resumindo, a Lei Maria da Penha foi promulgada para coibir a violência contra à mulher, no entanto, nesses cinco anos de existência da Lei, temos visto assombradas (os) o número de assassinatos de mulher e atos de violência aumentarem.
Segundo especialistas no assunto, existe uma frouxidão da aplicação da Lei Maria da Penha principalmente pela falta de mecanismos para sua aplicação tais como as varas especiais para mulheres e a falta de qualificação dos profissionais para o atendimento às vítimas de violência.
E agora vemos piadas de muito mau gosto chamando a Lei de “Mario da Penha” descaracterizando a formalização e a aplicação da Lei que tem como objetivo principal coibir atos de violência. Somos contra qualquer forma de violência, no entanto, banalizar a lei Maria da Penha implica em retornar à estaca zero na luta pelo fim da violência contra à mulher. Para exemplificar, apenas em Maringá, todo ano são mais de 1000 queixas de atos de violência. A violência contra a mulher se tornou um problema de saúde pública e envolve aspectos físicos e mais que tudo, emocionais.
A Lei Maria da Penha, cujo nome lembra o caso de uma mulher que foi covardemente atacada pelo marido, tornou-se símbolo de esperança para as mulheres que sofrem silenciosamente de atos de violência cometidos por seus companheiros.
No entanto, os instrumentos legais para aplicação da lei precisam ser implantados e a lei deve ser tratada com a seriedade que a situação exige.
Enquanto isso não ocorre vemos nossas mulheres covardemente assassinadas como aconteceu com a cabeleireira, com a advogada, com a modelo, com a dona de casa...crimes cometidos por ex-namorados ou ex-maridos que se sentem donos do corpo e da alma da mulher e, por isso, se sentem no direito de tirar-lhes a vida.
Se há casos de homens que são atacados por mulheres, estas devem ser punidas também pelos instrumentos legais, mas que não se compare e nem se descaracterize a Lei Maria da Penha para que não seja banalizada a covardia de homens que por séculos têm cometido atos de violência contra as mulheres.
Como presidente do Conselho da Mulher (gestão 2004-2006) pude acompanhar as discussões sobre a Lei Maria da Penha e fico indignada com as piadas que fazem de um assunto tão sério e triste.
Não podemos, de forma alguma, permitir que conquistas como a Lei Maria da Penha sejam jogadas na vala das piadas e sim garantir a seriedade que o assunto exige.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Roquinho...

Hoje faleceu o Roquinho (professor Veldocir Roque Amboni). Ele foi diretor administrativo da Secretaria de Esportes de Maringá na administração do PT (2001-2004). Lembro sempre de todos e de todas nós participando das campanhas eleitorais, das nossas comemorações e do nosso trabalho na prefeitura. E o Roquinho sempre presente ao lado do Zé Cláudio, do Jadilson e do Mario Verri.
Fica a sensação de que alguns estão indo embora muito cedo.
Valeu Roquinho...