Para compartilhar idéias!







sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Parabéns professores e professoras!

Hoje é dia do professor e da professora! É um prazer atuar nessa profissão pois além de transmitir conhecimentos, podermos participar e ajudar a formar pessoas. Tenho lembranças de muitos professores, de todos os tipos e maneiras de agir. Mas, sei que todos eles estavam pensando em contribuir para a nossa formação. Vejo alegria em seus olhos quando os encontro pela cidade e perguntam o que estou fazendo. Sinto que torcem por nós como se fossemos seus filhos e filhas. Se ficamos bem, eles ficam felizes.
Quero aqui, parabenizar todos os professores e professoras por seu dia. E, lembrar dos professores que não estão mais entre nós, mas deixaram seu legado.
Valeu professores! Parabéns!

Bom dia! Em alto nível!

Caros amigas e amigos, leitores e leitoras do blog
quando coloquei "compartilhar idéias" na chamada do blog foi exatamente para realizar a ação de compartilhar. Mas compartilhar em alto nível, sem baixarias e sem ofensas. Não vamos reproduzir o que pessoas do baixo nível fazem. Gosto imensamente quando as pessoas colocam suas idéias e nos ajudam a refletir. Por exemplo, como quando escrevi o texto sobre os motivos da ausência da mulher na política e amigas de São Paulo e de Maringá me questionaram que eu poderia acrescentar na lista o fato de muitas mulheres considerarem política um mundo sujo. Ou como o comentário sobre as mulheres que sabem o que as espera na política. Dessa forma, podemos compartilhar com crescimento para todas e todos nós.
Agora ofensas?, não vamos e nem queremos compartilhar.
Alto nível no compratilhamento das idéias, todas e todos nós merecemos!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma mulher na Presidência do Brasil!

Nós mulheres, representamos a maioria da população brasileira. Segundo dados do IBGE, somos chefes de família, ocupamos postos de trabalhos, somos mais qualificadas e temos mais anos de estudo do que os homens. No entanto, não atuamos na esfera política, não tomamos decisões sobre como será a nossa vida e nem determinamos como serão realizadas as políticas públicas nas áreas de saúde, educação, meio ambiente, entre outras que nos afetam diretamente. São as mulheres, em grande parte, que acompanham a vida escolar dos filhos, levam os doentes da família ao médico e acompanham a família em leito hospitalar. Mas, no momento de decidir como esses serviços são prestados as mulheres não estão presentes. Ainda ocupamos a insignificante proporção de menos de 10% de mulheres em cargos eletivos (governadoras, deputadas, senadoras, vereadoras). Em termos de eleição, somos sempre a minoria a concorrer e a minoria a ser eleita.
Pela primeira vez em nossa história, temos a oportunidade concreta de eleger uma mulher para a presidência do Brasil. E, pode observar como funciona o “ataque” á uma mulher candidata: questionam sua competência, procuram entrar em aspectos de sua vida pessoal e temas do cotidiano feminino.
Como alguém pode duvidar, por exemplo, da competência e da experiência de uma pessoa que começou sua atuação em uma capital como Porto Alegre, passando pelo governo estadual, atuou como Ministra das Minas e Energia e Ministra da Casa Civil. Além de ter combatido, na juventude, a ditadura militar.
Pela segunda vez em nossa história recente, temos a oportunidade de eleger um projeto político que prioriza o social e já mostrou que suas ações funcionam para o Brasil. Basta lembrar quem éramos 8 anos atrás e no que o Governo Lula transformou o país.
Agora, vamos seguir mudando e fazer muito mais. Vamos continuar com o projeto político voltado para o social. Com certeza, uma mulher na presidência reúne todas as condições para continuar a obra iniciada pelo presidente Lula.
Competência, experiência e o olhar feminino: Dilma Presidente 13.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Verdade sobre a Dilma.

A Dilma lutou contra a ditadura militar (como fez o Fernando Henrique, o Gabeira, o Chico Buarque, o Lula, o Frei Beto e tantos outros). Participou de um
grupo de guerrilha, mas não consta em seu currículo assassinato. Ela ficou
3 anos presa pelo pessoal do DOPS que era o departamento de polícia repressora da ditadura militar. E o pessoal que lutava contra a ditadura trocava mesmo de nome para não ser pego pela polícia. Não é demérito ter lutado contra a ditadura, pelo contrário foram essas pessoas que possibilitaram a liberdade democrática que temos hoje. É lamentável a campanha de difamação que estão fazendo contra ela pela Internet, disseminando informação deturpada e depreciando a sua capacidade de administrar o setor público, com acúmulo de experiência nas áreas de finanças, minas e energia e casa civil.
Sugiro, inclusive algumas leituras sobre o triste episódio da didatura militar no Brasil:
(1)Batismo de Sangue, escrito por Frei Beto, Editora Rocco, 14. edição, 2006. O livro fala do período da didatura militar e enfoca a forma como a ordem dos padres dominicanos auxiliavam os perseguidos políticos pela ditadura militar. Inclusive analisa a morte do líder Carlos Marighela da ALN (Aliança Libertadora Nacional).
(2)Brasil Nunca Mais, escrito por D. Paulo Evaristo Arns, Editora Vozes 1996. O livro apresenta um relato doloroso da repressão e tortura que se abateram sobre o Brasil a partir de 700 processos políticos que tramitaram pela Justiça Militar, entre abril de 64 e março de 79.
Vale a pena conhecer a nossa história e valorizar as pessoas que ficaram aqui e lutaram para que possamos expressar nossas idéias com liberdade, assim como fez Dilma Roussef, candidata a Presidente da República.

domingo, 26 de setembro de 2010

Mais sobre o Enio Verri...

Conheci o Enio, no dia que passamos no vestibular, em 1979. Atuamos juntos na Pastoral Unviversitária, na Associação de Moradores da Vila Morangueirinha, no PT e na prefeitura como secretários (ele, Finanças e eu, Administração) na gestão do prefeito José Claúdio. Além do lado profissional, nos tornamos também amigos. Por tudo isso posso falar sobre o Enio com tranquilidade. A sua atuação sempre foi pautada pelo interesse maior de melhoria da vida das pessoas e por políticas públicas que realmente façam a diferença. As palavras que me vem à cabeça com relação ao Enio são: competência e seriedade. Isso faz muita diferença na atuação como deputação estadual. Por isso, sem nenhuma dúvida, voto e peço seu voto para o Enio Verri 13300 pra Deputado Estadual no dia 03 de outubro.

Enio Verri 13300 - Deputado Estadual

Olá amigos e amigas. Peço um minuto de sua atenção.
Estamos nos aproximando de mais uma eleição. As decisões tomadas agora
serão muito importantes para o futuro do Paraná e do Brasil. Por isso estou
entrando com contato com amigos e familiares para pedir o apoio ao
candidato a deputado estadual Enio Verri número 13300. Conheço o trabalho
e o caráter do Enio e posso afirmar que ele é uma pessoa trabalhadora,
competente, íntegra e dedicada a projetos que transformam a sociedade na
essência e não apenas na aparência.
Especificamente para as universidades as ações desencadeadas pelo Enio como deputado
estadual e como secretário de planejamento trouxeram inúmeros benefícios
tanto em obras de infraestrutura como recursos para melhoria das
atividades como força atuante no desenvolvimento regional. Enio
esteve sempre presente apoiando as iniciativas das universidades e contribuindo para
a liberação de recursos. Isso nos motiva a querer que Enio continue
desempenhando esse importante papel em prol da região.
Obrigada pela atenção.
Abraços.
Tania Tait.
Obs: podem divulgar a mensagem se puderem.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mulher, Política e Computação

Escrevi o texto "Mulher, Política e Computação" reunindo informações sobre a atuação da mulher tanto na política como na área de computação. O artigo Está publicado na Revista Eletrônica da Sociedade Brasileira de Computação chamada SBC Horizontes, em http://www.sbc.org.br/horizontes
Por algum erro de edição da revista, as considerações finais saíram de outro artigo. Transcrevo abaixo as considerações finais originais. Mas antes passa no endereço da revista e leia o artigo.
"Considerações finais
Não se deve discutir a pouca presença das mulheres na computação sem avaliar o contexto da participação das mulheres na sociedade. Marginalizadas quando atuam na vida política, discriminadas quando escolhem carreiras ditas masculinas, as mulheres e, também, os homens que lutam pelo fim da discriminação contra a mulher tem muito trabalho a fazer. Este artigo buscou colocar algumas idéias a mais na busca de respostas com relação à participação das mulheres em áreas ditas masculinas, a partir da visão da história das mulheres na nossa sociedade, marcada por lutas na busca da igualdade. O texto também procura trazer a reflexão da participação em outras áreas como a esfera pública, na qual as mulheres tem pouca presença e ficam alijadas do processo de decisão das políticas públicas que refletirão em seu dia-a-dia."